Quem tem filhos sabe que todo dia é uma 'aventura'... Tem novidades, piadas, brincadeiras e também tem os pepinos...
A Jubs, hoje de manhã, me viu escrevendo o nome dela num livrinho que ela terá que ler na escola e me perguntou:
- Mãe, por que você escreve meu nome todo e ainda mais o sobrenome do meu pai?
Mal sabe ela que o pai dela já fez escândalo pela ausência do sobrenome dele em outra data.
- Jubs, seu nome todo é o SEU NOME e também é a maneira mais fácil do livro ser entregue caso você o perca na escola. Vão saber rapidinho que é seu.
- Mãe, eu não perco as coisas na escola. E se colocar só o seu sobrenome já basta... Já sabem que sou eu.
Ai, caramba...
- Jubs, seu pai gosta que o sobrenome dele conste nas suas coisas. Ele acha que é uma maneira dele ser presente no seu dia á dia... e uma maneira dele estar perto.
Eu e as minhas 'boas ações' (mesmo para aquele homem).
- Mãe.... EU NÃO GOSTO DO SOBRENOME DELE. Entendeu? Não quero mais nas minhas coisas..
Minha Santa Querupita! E agora esta?
- Jubs! Vai pôr porque tem que pôr, ok?
- Mãe... se ele gosta tanto do nome dele, daqui á pouco ele muda meu nome para BONITÃO... Não acha?
Desisti de argumentar e disse para irmos para a escola.
Noutro dia foi algo do gênero... ela havia falado com o pai ao telefone e este mandou uma foto do avô paterno. Quando eu soube, perguntei á ela onde estava a foto dele que eu queria ver. A resposta foi terrível:
- Eu joguei fora!
- Como é que é, Jubs?
- É mãe, Joguei fora sim... Não o conheço, nunca me liga, só no meu aniversário e quer ser meu avô? Prefiro que o tio FULANO seja meu avô, ele é mais legal, é velhinho também e está mais perto de mim.
Pronto! Agora que a 'VACA VAI PRO BREJO MESMO'...
- Jubs! Os seus avôs são: meu pai e o pai do seu pai.
- E se eu quiser outro? Posso desistir do pai do meu pai?
Ai.... e agora?
- Não pode não! Onde já se viu? É ele seu avô... e pronto, oras.
- Mas ele é 'feio pra burro'... Eu não ia guardar uma foto de alguém feio e que eu nem gosto.
Desisti de argumentar e passei á frase simples e objetiva:
- Tem que ser assim porque é assim!
Me senti a minha mãe! "É porque é" ou "É porque eu quero e ponto final!"... Odeio estas respostas mas comecei á ver que tinha virado uma "mesa de ping-pong" e estava começando á ficar sem argumentos.
E agora?? A vaca indo pro BREJO e eu sem saber o que fazer?? porque se conheço a Jubs, é questão de tempo para ela usar esta maneira de argumentar 'metralhadora' com o pai... Ele vai surtar e engrossar... como fez noutras vezes....
Punk a parada!
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Jubs não viajou!!!!!
Uhú!!!!
Jubs não viajou com o pai... ela mesma disse, na maior calma, ao Bonitão que não queria viajar com ele. Ele aceitou o que ela queria e nem e-mail para mim mandou.
Ah!!! E ela já disse que verá se na próxima vez (nas próximas férias) ela irá querer ir. Quando ela me perguntou quanto tempo seriam as férias de dezembro e eu respondi que seria 1 mês, ela disse: Graças á Deus que eu disse que iria ver se ia querer ir ou não.... Só irei de novo quando for para ficar por uns 5 dias no máximo.
Mas o que me deixou boba foi que eu não precisei fazer nada além de ficar tensa. Ela teve maturidade em ver que não queria viajar com o pai e dizer á ele... Ótimo não?
Agora algo que li e achei interessantíssimo:
Jubs não viajou com o pai... ela mesma disse, na maior calma, ao Bonitão que não queria viajar com ele. Ele aceitou o que ela queria e nem e-mail para mim mandou.
Ah!!! E ela já disse que verá se na próxima vez (nas próximas férias) ela irá querer ir. Quando ela me perguntou quanto tempo seriam as férias de dezembro e eu respondi que seria 1 mês, ela disse: Graças á Deus que eu disse que iria ver se ia querer ir ou não.... Só irei de novo quando for para ficar por uns 5 dias no máximo.
Mas o que me deixou boba foi que eu não precisei fazer nada além de ficar tensa. Ela teve maturidade em ver que não queria viajar com o pai e dizer á ele... Ótimo não?
Agora algo que li e achei interessantíssimo:
Feio não é ser mãe solteira. Feio é ser pai quando convém
Outro dia conversava com uma amiga sobre como é difícil criar um filho que vê o pai raramente. Não porque o relacionamento não tenha dado certo ou algum ressentimento possa atrapalhar, mas porque por mais que a porta esteja aberta para a criança conviver com o pai, ele não entra por ela.
Vamos lá: quem nunca ouviu que a mãe do filho de fulano só dá problema? Ele vê o filho quando quer, dá o dinheiro achando que está ajudando (colega, não é nada além da sua obrigação) e reclama horrores do quanto a mãe da criança só dá problema, cobra presença e aquele papo todo de obrigações que os homens tem pavor, mesmo que seja por alguns minutos.
O que muitas pessoas não entendem e não filtram antes de soltar um “ah, mas é só pra te perturbar, não é?”, é que a perturbação começa quando a mulher precisa de uma folga. Folga do tempo em que ela cuida do filho de ambos, integralmente.
Que mãe solteira nunca ouviu que precisa dar uma folga para o pai do seu filho? Porque ele trabalha demais, está cansado demais ou está com algo de menos. Engraçado, né? Há homens que podem ter a mesma profissão, menos ou mais tempo e se dedicam à família do mesmo jeito. Enquanto alguém lida com um pai que tem tempo para tudo, menos para os filhos, sempre vai ter plateia para aplaudir o pai que aparece quando dá. Mas sempre será assim: se você trabalha fora, é a egoísta que não abre mão das próprias coisas pelo filho. Se você não trabalha, é interesseira que só espera a pensão. Ou seja, estaremos quase sempre erradas, e os homens – mesmo que estejam a quilômetros dos filhos – estarão fazendo o melhor se pelo menos cumprem a obrigação financeira com o filho.
Enquanto o pai não aparece, alguém tem que fazer as compras , os lanches, os banhos, os dentes escovados, ensinar o certo e errado, ensinar a se proteger, lidar com birras, preparar e dar comida, ensinar dever, levar e buscar na escola, comparecer nas reuniões escolares, levar ao hospital, trocar fraldas, mudar o vocabulário (adeus palavrões)… e quem faz isso se o pai não está presente? A mãe! E isso não é levado em consideração enquanto o pai caminha livre, sem preocupação com o bem estar do filho ou em se fazer presente, já que a mãe faz papel de dois (ou de três, porque o dia-a-dia com filhos, só quem passa diariamente sabe o quanto é trabalhoso).
E sabe o que é mais curioso? Que mesmo sobrecarregadas, sendo mulheres, mães, provedoras, cuidadoras, enfermeiras, babás, professoras e tudo mais, ainda somos as bruxas que não deixam os pais em paz. Com a mãe solteira, não há escala de trabalho que a impeça de ser multitarefa e se virar para conciliar a vida com os filhos. Porque de filhos, nós não temos como tirar licença, não é mesmo? Enquanto os pais que o são quando convém, curiosamente arrumam tempo para viagens, jogos de futebol, saídas com amigos, namoricos… e o filho é prioridade na vida de quem, então? Não consigo entender como ainda é tudo obrigação da mãe, inclusive amor e carinho!
Nós, mães solteiras temos essa mania de querer o melhor pro filho, cumprir várias funções e suprir a ausência do pai, ou tentar fazer com que o progenitor perceba que ele é sim importante na vida dos filhos. Mas isso não cabe a nós, sabia? Por mais que nossas crianças sejam lindas, saudáveis e não entre na nossa cabeça como podem ser deixadas de lado ou vistas quando é conveniente, precisamos entender que não adianta forçar nada. Dar toques talvez funcione, mas não é uma receita de bolo que dá certo com todo mundo.
Se você é mãe e solteira e acredita que não existe ex pai e apesar de toda uma história -conturbada ou não – o seu filho precisa e quer a presença do pai, demonstre isso para o progenitor. Explique como seu filho se porta, os questionamentos e deixe claro que ele é importante na vida do filho. Mas entenda que se o pai não possui interesse em colocar o filho como prioridade, não é ele que será uma prioridade na vida da criança. O que eu quero dizer: não fique frustrada se após você correr atrás, tentar conversar e pedir uma presença efetiva, esse pai não tenha percebido que o assunto em pauta é a importância dele no dia-a-dia do filho e na divisão justa de direitos e deveres de ambos os pais. Acontece mais do que você imagina. Se você tem equilíbrio para saber separar as coisas e tentou uma aproximação, esse afastamento não é uma escolha sua!
Nosso papel de mãe (e em muitos casos de pai, também) é criar nossa prole da melhor forma possível. E quem faz isso por ocasião, conveniência, talvez mereça o mesmo tipo de tratamento. Seja pai, parente ou simplesmente alguém sem o mínimo de empatia e noção da realidade.
Um dia, nossos filhos vão crescer. E não vamos precisar falar para eles quem estava lá, quem fez tudo e priorizou a vida e felicidade deles. Porque crianças observam tudo, principalmente sobre quem está com elas, se é ou não por obrigação.
O que podemos fazer é para nossas crianças. Então que o foco seja nelas e o pai que aparece raramente, faça o papel que ele mesmo escolheu: o de coadjuvante. Pode ser uma pena, mas a nossa parte diária, nós fazemos. Que os pais corram atrás dos seus filhos e parem de reclamar sobre situações inexistentes ou exageradas. Que parem com as desculpas, principalmente. E que um dia percebam que muitos pais solteiros (ou não) dão conta do recado com muito amor, carinho e diálogo. Esses sim estarão presentes nas lembranças de infância dos filhos. Se não temos pais presentes para essas memórias, nossos filhos sempre nos colocarão nas suas nostalgias futuras.
Um beijo grande e até o próximo post!
http://vilamamifera.com/cafemae/feio-nao-e-ser-mae-solteira-feio-e-ser-pai-quando-convem/
Achei a 'minha cara'...
Beijos á todos... vou curtir a minha pequena...
Outro dia conversava com uma amiga sobre como é difícil criar um filho que vê o pai raramente. Não porque o relacionamento não tenha dado certo ou algum ressentimento possa atrapalhar, mas porque por mais que a porta esteja aberta para a criança conviver com o pai, ele não entra por ela.
Vamos lá: quem nunca ouviu que a mãe do filho de fulano só dá problema? Ele vê o filho quando quer, dá o dinheiro achando que está ajudando (colega, não é nada além da sua obrigação) e reclama horrores do quanto a mãe da criança só dá problema, cobra presença e aquele papo todo de obrigações que os homens tem pavor, mesmo que seja por alguns minutos.
O que muitas pessoas não entendem e não filtram antes de soltar um “ah, mas é só pra te perturbar, não é?”, é que a perturbação começa quando a mulher precisa de uma folga. Folga do tempo em que ela cuida do filho de ambos, integralmente.
Que mãe solteira nunca ouviu que precisa dar uma folga para o pai do seu filho? Porque ele trabalha demais, está cansado demais ou está com algo de menos. Engraçado, né? Há homens que podem ter a mesma profissão, menos ou mais tempo e se dedicam à família do mesmo jeito. Enquanto alguém lida com um pai que tem tempo para tudo, menos para os filhos, sempre vai ter plateia para aplaudir o pai que aparece quando dá. Mas sempre será assim: se você trabalha fora, é a egoísta que não abre mão das próprias coisas pelo filho. Se você não trabalha, é interesseira que só espera a pensão. Ou seja, estaremos quase sempre erradas, e os homens – mesmo que estejam a quilômetros dos filhos – estarão fazendo o melhor se pelo menos cumprem a obrigação financeira com o filho.
Enquanto o pai não aparece, alguém tem que fazer as compras , os lanches, os banhos, os dentes escovados, ensinar o certo e errado, ensinar a se proteger, lidar com birras, preparar e dar comida, ensinar dever, levar e buscar na escola, comparecer nas reuniões escolares, levar ao hospital, trocar fraldas, mudar o vocabulário (adeus palavrões)… e quem faz isso se o pai não está presente? A mãe! E isso não é levado em consideração enquanto o pai caminha livre, sem preocupação com o bem estar do filho ou em se fazer presente, já que a mãe faz papel de dois (ou de três, porque o dia-a-dia com filhos, só quem passa diariamente sabe o quanto é trabalhoso).
E sabe o que é mais curioso? Que mesmo sobrecarregadas, sendo mulheres, mães, provedoras, cuidadoras, enfermeiras, babás, professoras e tudo mais, ainda somos as bruxas que não deixam os pais em paz. Com a mãe solteira, não há escala de trabalho que a impeça de ser multitarefa e se virar para conciliar a vida com os filhos. Porque de filhos, nós não temos como tirar licença, não é mesmo? Enquanto os pais que o são quando convém, curiosamente arrumam tempo para viagens, jogos de futebol, saídas com amigos, namoricos… e o filho é prioridade na vida de quem, então? Não consigo entender como ainda é tudo obrigação da mãe, inclusive amor e carinho!
Nós, mães solteiras temos essa mania de querer o melhor pro filho, cumprir várias funções e suprir a ausência do pai, ou tentar fazer com que o progenitor perceba que ele é sim importante na vida dos filhos. Mas isso não cabe a nós, sabia? Por mais que nossas crianças sejam lindas, saudáveis e não entre na nossa cabeça como podem ser deixadas de lado ou vistas quando é conveniente, precisamos entender que não adianta forçar nada. Dar toques talvez funcione, mas não é uma receita de bolo que dá certo com todo mundo.
Se você é mãe e solteira e acredita que não existe ex pai e apesar de toda uma história -conturbada ou não – o seu filho precisa e quer a presença do pai, demonstre isso para o progenitor. Explique como seu filho se porta, os questionamentos e deixe claro que ele é importante na vida do filho. Mas entenda que se o pai não possui interesse em colocar o filho como prioridade, não é ele que será uma prioridade na vida da criança. O que eu quero dizer: não fique frustrada se após você correr atrás, tentar conversar e pedir uma presença efetiva, esse pai não tenha percebido que o assunto em pauta é a importância dele no dia-a-dia do filho e na divisão justa de direitos e deveres de ambos os pais. Acontece mais do que você imagina. Se você tem equilíbrio para saber separar as coisas e tentou uma aproximação, esse afastamento não é uma escolha sua!
Nosso papel de mãe (e em muitos casos de pai, também) é criar nossa prole da melhor forma possível. E quem faz isso por ocasião, conveniência, talvez mereça o mesmo tipo de tratamento. Seja pai, parente ou simplesmente alguém sem o mínimo de empatia e noção da realidade.
Um dia, nossos filhos vão crescer. E não vamos precisar falar para eles quem estava lá, quem fez tudo e priorizou a vida e felicidade deles. Porque crianças observam tudo, principalmente sobre quem está com elas, se é ou não por obrigação.
O que podemos fazer é para nossas crianças. Então que o foco seja nelas e o pai que aparece raramente, faça o papel que ele mesmo escolheu: o de coadjuvante. Pode ser uma pena, mas a nossa parte diária, nós fazemos. Que os pais corram atrás dos seus filhos e parem de reclamar sobre situações inexistentes ou exageradas. Que parem com as desculpas, principalmente. E que um dia percebam que muitos pais solteiros (ou não) dão conta do recado com muito amor, carinho e diálogo. Esses sim estarão presentes nas lembranças de infância dos filhos. Se não temos pais presentes para essas memórias, nossos filhos sempre nos colocarão nas suas nostalgias futuras.
Um beijo grande e até o próximo post!
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domingo, 8 de junho de 2014
Pós sumiço e atual RETORNO
Sei que sumi e peço desculpas...
Vou me explicar:
Eu reli, no início do ano, tudo que havia postado e ri de algumas coisas, outras fiquei triste... mas o que realmente me chamou atenção foi que eu vinha sendo meio 'reclamona'. Me senti mal com isto...
Resolvi dar um tempo de escrever e ver se eu melhorava, mudava, evoluía... E também porque eu achei a Jubs lendo o blog umas vezes e isto me deixou preocupada... dela ler com 7 anos e não me senti bem dela saber de tantas verdades tão nova.
Vamos ás NEWS:
O bonitão anda BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM quietinho e mudinho. Dá até receio em ver tão quieto.
Ainda não fui chamada pela justiça para continuar aquela maluquice movida por ele que contei no LOUCURA TOTAL. Ele também continua ausente, ligando uma vez por mês. A Jubs, há uns 2 meses atrás, resolveu falar o que pensava sobre este gesto de ser tão relaxado quanto á falar com ela. Senta ela na sala e fala: Pai, você não gosta de mim, né? Porque se gostasse ia ligar e se preocupar em saber como eu estou. Você não pode me ligar mais? Você não tem celular?? Porque até mendigo tem celular hoje em dia. Ah!!! Você está falando baixo porque está no trabalho... ah tá!! então assim você também não paga. Então porque não liga todo dia...
Sei que depois desta conversa, ele ligou na semana seguinte e depois voltou ao ritmo anterior, uma vez por mês ou no máximo duas.
A Jubs continua ÓTIMA e amando a escola. Resolvi aumentar as atividades dela e a coloquei no jiu-jitsu (para ver se gasta as energias dela) e num curso de Inglês e noutro de Matemática.
E EUZINHA?? Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem... continuo FUGINDO de relacionamentos... e falo disto numa calma absurda. BEEEEEEEEEEEEEEEEEEM, nem tão calma assim... Há uns meses atrás fui chamada para uma festa de aniversário de uma mãe de um coleguinha da Jubs e esta havia me dito que queria me apresentar um amigo dela... Sabem o que me aconteceu??? Meu psicológico 'se apavorou' com a saída que passei mal e fiquei de cama. Passou do horário da festa e eu melhorei automaticamente.
Estou voltando á estudar. CARAMBA!!Como é estranho colocar o cérebro para funcionar depois de um tempo. Ele parece que desaprendeu e resolveu ficar "enferrujado" e tá dando um trabalho danado para ele voltar á dar 'sinal de vida'.
Neste tempo que fiquei afastada, também tive uns probleminhas... nem sei se chamo de problemas... mas o problema foi o que senti. Meu avô faleceu com quase 99 anos. Ele fez parte da minha vida POR MUUUUUUITO TEMPO e é estranho passar os dias sem falar com ele ao telefone todo santo dia ou ir vê-lo. Minha avó ainda é viva e está se segurando melhor do que pensava que ia conseguir. Engraçado que por mais que você pense que a idade é ultra-avançada, você não consegue aceitar a partida daquela pessoa.
Ele era mineiro e amava bater no peito e dizer isto. 'Bom garfo' que não dizia não á um prato de tutu de feijão, couve e carne de porco. E ainda tinha aquele 'jeitim' de mineiro apesar de morar há anos no Rio de Janeiro.
Ele contava das aventuras dele em criança como quando meu bisavô pediu á ele para pegar o vinho e ele foi pegar no barril. Encheu a caneca, tomou, encheu de novo e levou para o biso. Meu biso pediu mais vinho e lá foi meu avô pegar mais vinho e tomou outra caneca e nisto mais uma vez... Foi quando meu avô não voltou á mesa. Todos acharam estranho e: Cadê ele??? Sabe onde ele estava? Chapado ao lado dos barris de vinho...
Ele realmente está fazendo falta.
Que mais tenho para contar á vocês...???? Ah! Comecei á malhar e parei de malhar... rs... Fugi da academia no terceiro mês. Agora estou penando para voltar á ter vontade para ir de novo.
Estou pensando em voltar á andar de bicicleta (coisa que não faço há uns... ... 20 e muitos anos) para andar com a Jubs que fica chateada em andar sozinha. Mãe se esforça para fazer de tudo com a filha, não é? Então vai saber? Amanhã apareço de bike e andando com a minha pequena.
É isto, gente. peço desculpas, de novo, por ter ficado ausente este tempo enorme. Mas agora "TÔ DE VORTA" rs...
Sei que depois desta conversa, ele ligou na semana seguinte e depois voltou ao ritmo anterior, uma vez por mês ou no máximo duas.
A Jubs continua ÓTIMA e amando a escola. Resolvi aumentar as atividades dela e a coloquei no jiu-jitsu (para ver se gasta as energias dela) e num curso de Inglês e noutro de Matemática.
E EUZINHA?? Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem... continuo FUGINDO de relacionamentos... e falo disto numa calma absurda. BEEEEEEEEEEEEEEEEEEM, nem tão calma assim... Há uns meses atrás fui chamada para uma festa de aniversário de uma mãe de um coleguinha da Jubs e esta havia me dito que queria me apresentar um amigo dela... Sabem o que me aconteceu??? Meu psicológico 'se apavorou' com a saída que passei mal e fiquei de cama. Passou do horário da festa e eu melhorei automaticamente.
Estou voltando á estudar. CARAMBA!!Como é estranho colocar o cérebro para funcionar depois de um tempo. Ele parece que desaprendeu e resolveu ficar "enferrujado" e tá dando um trabalho danado para ele voltar á dar 'sinal de vida'.
Neste tempo que fiquei afastada, também tive uns probleminhas... nem sei se chamo de problemas... mas o problema foi o que senti. Meu avô faleceu com quase 99 anos. Ele fez parte da minha vida POR MUUUUUUITO TEMPO e é estranho passar os dias sem falar com ele ao telefone todo santo dia ou ir vê-lo. Minha avó ainda é viva e está se segurando melhor do que pensava que ia conseguir. Engraçado que por mais que você pense que a idade é ultra-avançada, você não consegue aceitar a partida daquela pessoa.
Ele era mineiro e amava bater no peito e dizer isto. 'Bom garfo' que não dizia não á um prato de tutu de feijão, couve e carne de porco. E ainda tinha aquele 'jeitim' de mineiro apesar de morar há anos no Rio de Janeiro.
Ele contava das aventuras dele em criança como quando meu bisavô pediu á ele para pegar o vinho e ele foi pegar no barril. Encheu a caneca, tomou, encheu de novo e levou para o biso. Meu biso pediu mais vinho e lá foi meu avô pegar mais vinho e tomou outra caneca e nisto mais uma vez... Foi quando meu avô não voltou á mesa. Todos acharam estranho e: Cadê ele??? Sabe onde ele estava? Chapado ao lado dos barris de vinho...
Ele realmente está fazendo falta.
Que mais tenho para contar á vocês...???? Ah! Comecei á malhar e parei de malhar... rs... Fugi da academia no terceiro mês. Agora estou penando para voltar á ter vontade para ir de novo.
Estou pensando em voltar á andar de bicicleta (coisa que não faço há uns... ... 20 e muitos anos) para andar com a Jubs que fica chateada em andar sozinha. Mãe se esforça para fazer de tudo com a filha, não é? Então vai saber? Amanhã apareço de bike e andando com a minha pequena.
É isto, gente. peço desculpas, de novo, por ter ficado ausente este tempo enorme. Mas agora "TÔ DE VORTA" rs...
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Estou SEMPRE errada, mesmo quando acerto
Não sei se outras pessoas passam o que eu passo, bem.. também é muita pretensão minha acha que sou o único ser na Terra que passa por isto.
"Isto o que?" não é??? Vou me explicar:
Após a separação eu voltei para a casa dos meus pais e são poucas as vezes que penso em me mudar daqui. Poucas mesmo mas hoje é um destes dias e nem na TPM eu estou.
O MAIOR problema de morar novamente com seus pais, ao meu ver é: você, aos olhos deles, não cresceu! Ainda é somente aquela criança ou adolescente que erra e que eles acham que podem chamar a atenção como faziam antes.
Antes de que? Antes quando?? Oras! Antes de ser mãe, antes de você ter 40 anos. Pura e somente isto!
Tá e o que fazer? Não tenho a mínima idéia!
Minha mãe é uma ótima pessoa, uma super avó e FOI e É uma excelente mãe e eu me espelho no que ela foi para procurar ser para a Jubs. MAS aos olhos da minha mãe eu só acerto quando é interessante falar que acertei porque a maneira dela olhar é de reprovação pelo que fiz/faço, pensei/penso.
Fico num dilema com vontade de dizer á ela: Não me chame a atenção como se eu tivesse 10 anos!! Ainda mais na frente da Jubs que já está se achando igual á mim.
A Jubs tem feito isto: lida comigo como se tivéssemos a mesma idade e a mesma 'patente'. O que não é fato: ela tem 6 anos e eu 40, ela é a filha e eu a mãe.
SEMPRE me disse que quando fosse mãe não iria bater como eu apanhei. Acho que isto é o cúmulo da falta de argumentos. Mas argumentar com um ser de 6 anos é o que? Dar trela para discussão e se igualar á ela.
Fico sem saber como agir afinal... se bato, eu falho com o que disse que não iria fazer; se castigo, ela não liga e debocha dizendo que nem precisa sair do castigo porque está bom lá; se tiro algo dela, como bonecas e á fins, ela me olha e diz "Tenho outros, os que foram não me fazem falta não"; se paro de falar, ela fala com meus pais que agem como se não houvesse problema algum em casa e o meu castigo de mudez 'cai por água'. Então eu 'implodo'. Raras as vezes que eu 'EXPLODO' sou vista como: mal educada, grosseira, sem paciência etc etc etc...
Então as perguntas permanecem: O que fazer? Onde estou errando?? Como mudar a situação?
Na casa do pai, feliz ou não, tenho que aceitar que a Jubs fica 'pianinho', seja por medo, respeito ou o que for, quando volta está um amor, 'por favor, obrigada, posso pegar/fazer isto ou aquilo?' tudo nos 'conformes' e comigo é uma zona!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!! Você ainda não pôs a Jubs no quarto dela que ELA NÃO QUER e que eu embromo porque também gosto, e muito, de estar com ela no meu quarto. Sim, é fato... mas isto faz com que ela me desrespeite? SIM, FAZ!!!!
De noite, na hora de dormir, eu pergunto: Jubs, escovou os dentes? a resposta dela é: E você, já escovou?
- Jubs, tá na hora. Vamos dormir.
- E você? vai dormir agora?
- Jubs, chega de televisão. Amanhã você acorda cedo.
- E você? vai ver TV?
No fim das contas, odeio assumir, mas tenho 'culpa no cartório'. Eu achei que era melhor ser mãe/amiga e isto não é bom não. No fim de tudo ela me vê como amiga que também é mãe.
É uma inversão do que eu pretendia, ou nem tanto a inversão e sim... não ter chegado onde eu queria. Queria que ela me visse como mãe que é amiga mas que merece respeito.
Nestas horas eu enlouqueço e me sinto 'A QUE FALHOU', que ela fica melhor com o pai então que com toda a ausência dele, ele está certo e eu errada, visto o que eu 'colho' é diferente do que eu pretendia colher.
Eu com 6 anos... Eu nem respirava se me mandassem não respirar. Bastava olhar, levantar a sobrancelha que eu emudecia. Tá!!! Isto é a educação retrógrada á base de respeito via medo. Donde os pais eram vistos como seres habitantes do Olimpo com direito á nos jogarem 'raios e trovões' como Zeus!
A Jubs com 6 anos... Ela me olha e fecha a cara, 'pisa zangada' no chão, com as mãos cerradas e levanta a voz para mim. O que eu sou? Melhor: QUEM EU SOU??
Hoje cedo ela não queria acordar. Ontem de noite ela não queria dormir, o que é frequente mesmo a avisando do horário que ela acordaria. É um parto acorda-la. É cansativo e chato. A visto (calças e as meias) com ela dormindo e eu a levantando como se fosse uma boneca. Peço que acorde porque ela terá que entrar na escola em meia hora. Ou seja: nesta meia hora tem que: escovar dentes, fazer xixi, pentear os cabelos, tomar café, escovar dentes e sair dando tempo de chegar na Escola. devo parecer o Senna dirigindo para chegar na hora.
Quando a vejo, após tê-la chamado umas 5 vezes, está ela no chão, sentada com a calça da escola e reclamando que o tênis encolheu porque não entra mais no pé dela. Pouco provável visto ter sido comprado há umas duas ou três semanas e o comprei um ou dois números maior. E no dia anterior ela o usou sem reclamar de coisa alguma.
É o péssimo humor matinal é o que causa do desconforto das roupas... e eu tenho que ter um bom humor e MUITA paciência para não estourar e brigar. Só que é MUITO fácil falar, fazer são outros 500!
Vamos ver como meu serzinho volta da escola hoje...
Quanto ao bonitão... bem... este quase não dá mais o ar da graça. Ele ligou há uns dias atrás e a Jubs estava vendo um filminho no YOUTUBE que ela já põe e faz tudo sozinha... Bem, ele ligou na vez mensal dele falar com ela e ela falava: Hã.. Fala... Sei... Tá.... É...
Eu não me meti porque eu SEMPRE falo: "Jubs, fala direito com o seu pai" e quando ela está com ele, ele fomenta a situação dela falar mal ao telefone. Então ele que se vire agora.
Ele, em menos de 5 minutos, desistiu de falar com ela e arrumou uma desculpa para desligar. Desde então não ligou mais.
"Isto o que?" não é??? Vou me explicar:
Após a separação eu voltei para a casa dos meus pais e são poucas as vezes que penso em me mudar daqui. Poucas mesmo mas hoje é um destes dias e nem na TPM eu estou.
O MAIOR problema de morar novamente com seus pais, ao meu ver é: você, aos olhos deles, não cresceu! Ainda é somente aquela criança ou adolescente que erra e que eles acham que podem chamar a atenção como faziam antes.
Antes de que? Antes quando?? Oras! Antes de ser mãe, antes de você ter 40 anos. Pura e somente isto!
Tá e o que fazer? Não tenho a mínima idéia!
Minha mãe é uma ótima pessoa, uma super avó e FOI e É uma excelente mãe e eu me espelho no que ela foi para procurar ser para a Jubs. MAS aos olhos da minha mãe eu só acerto quando é interessante falar que acertei porque a maneira dela olhar é de reprovação pelo que fiz/faço, pensei/penso.
Fico num dilema com vontade de dizer á ela: Não me chame a atenção como se eu tivesse 10 anos!! Ainda mais na frente da Jubs que já está se achando igual á mim.
A Jubs tem feito isto: lida comigo como se tivéssemos a mesma idade e a mesma 'patente'. O que não é fato: ela tem 6 anos e eu 40, ela é a filha e eu a mãe.
SEMPRE me disse que quando fosse mãe não iria bater como eu apanhei. Acho que isto é o cúmulo da falta de argumentos. Mas argumentar com um ser de 6 anos é o que? Dar trela para discussão e se igualar á ela.
Fico sem saber como agir afinal... se bato, eu falho com o que disse que não iria fazer; se castigo, ela não liga e debocha dizendo que nem precisa sair do castigo porque está bom lá; se tiro algo dela, como bonecas e á fins, ela me olha e diz "Tenho outros, os que foram não me fazem falta não"; se paro de falar, ela fala com meus pais que agem como se não houvesse problema algum em casa e o meu castigo de mudez 'cai por água'. Então eu 'implodo'. Raras as vezes que eu 'EXPLODO' sou vista como: mal educada, grosseira, sem paciência etc etc etc...
Então as perguntas permanecem: O que fazer? Onde estou errando?? Como mudar a situação?
Na casa do pai, feliz ou não, tenho que aceitar que a Jubs fica 'pianinho', seja por medo, respeito ou o que for, quando volta está um amor, 'por favor, obrigada, posso pegar/fazer isto ou aquilo?' tudo nos 'conformes' e comigo é uma zona!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!! Você ainda não pôs a Jubs no quarto dela que ELA NÃO QUER e que eu embromo porque também gosto, e muito, de estar com ela no meu quarto. Sim, é fato... mas isto faz com que ela me desrespeite? SIM, FAZ!!!!
De noite, na hora de dormir, eu pergunto: Jubs, escovou os dentes? a resposta dela é: E você, já escovou?
- Jubs, tá na hora. Vamos dormir.
- E você? vai dormir agora?
- Jubs, chega de televisão. Amanhã você acorda cedo.
- E você? vai ver TV?
No fim das contas, odeio assumir, mas tenho 'culpa no cartório'. Eu achei que era melhor ser mãe/amiga e isto não é bom não. No fim de tudo ela me vê como amiga que também é mãe.
É uma inversão do que eu pretendia, ou nem tanto a inversão e sim... não ter chegado onde eu queria. Queria que ela me visse como mãe que é amiga mas que merece respeito.
Nestas horas eu enlouqueço e me sinto 'A QUE FALHOU', que ela fica melhor com o pai então que com toda a ausência dele, ele está certo e eu errada, visto o que eu 'colho' é diferente do que eu pretendia colher.
Eu com 6 anos... Eu nem respirava se me mandassem não respirar. Bastava olhar, levantar a sobrancelha que eu emudecia. Tá!!! Isto é a educação retrógrada á base de respeito via medo. Donde os pais eram vistos como seres habitantes do Olimpo com direito á nos jogarem 'raios e trovões' como Zeus!
A Jubs com 6 anos... Ela me olha e fecha a cara, 'pisa zangada' no chão, com as mãos cerradas e levanta a voz para mim. O que eu sou? Melhor: QUEM EU SOU??
Hoje cedo ela não queria acordar. Ontem de noite ela não queria dormir, o que é frequente mesmo a avisando do horário que ela acordaria. É um parto acorda-la. É cansativo e chato. A visto (calças e as meias) com ela dormindo e eu a levantando como se fosse uma boneca. Peço que acorde porque ela terá que entrar na escola em meia hora. Ou seja: nesta meia hora tem que: escovar dentes, fazer xixi, pentear os cabelos, tomar café, escovar dentes e sair dando tempo de chegar na Escola. devo parecer o Senna dirigindo para chegar na hora.
Quando a vejo, após tê-la chamado umas 5 vezes, está ela no chão, sentada com a calça da escola e reclamando que o tênis encolheu porque não entra mais no pé dela. Pouco provável visto ter sido comprado há umas duas ou três semanas e o comprei um ou dois números maior. E no dia anterior ela o usou sem reclamar de coisa alguma.
É o péssimo humor matinal é o que causa do desconforto das roupas... e eu tenho que ter um bom humor e MUITA paciência para não estourar e brigar. Só que é MUITO fácil falar, fazer são outros 500!
Vamos ver como meu serzinho volta da escola hoje...
Quanto ao bonitão... bem... este quase não dá mais o ar da graça. Ele ligou há uns dias atrás e a Jubs estava vendo um filminho no YOUTUBE que ela já põe e faz tudo sozinha... Bem, ele ligou na vez mensal dele falar com ela e ela falava: Hã.. Fala... Sei... Tá.... É...
Eu não me meti porque eu SEMPRE falo: "Jubs, fala direito com o seu pai" e quando ela está com ele, ele fomenta a situação dela falar mal ao telefone. Então ele que se vire agora.
Ele, em menos de 5 minutos, desistiu de falar com ela e arrumou uma desculpa para desligar. Desde então não ligou mais.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
É Natal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Vou contar como foi meu Natal... bem... como está sendo afinal hoje é dia 25 de dezembro ainda.
Eu vim para a cidade onde morava com meu ex-marido (onde ele ainda mora) porque é onde minha família (tirando meus pais) mora praticamente TODA!!!
Natal sem família é algo inconcebível na minha cabeça então lá vim eu com filha e mãe para cá. Vim há uma semana e estou hiper desacostumada deste calor... Caramba... Calor, SOOOOOOOOOOL... fico me perguntando se não há 'ar condicionado' embutido em roupa... Lembram do "De Volta para o Futuro 2"? a roupa que ele usava no futuro que secava com um dispositivo que parecia um cooler de computador... Caracas... meu 'sonho de consumo' mas ela tem que ser com ar condicionado!!!! Era só o que eu pensava enquanto estava na cozinha ajudando á fazer as rabanadas... e tome de ventilador e nada do calor diminuir, acabar então... nem pensar!!! Só em sonhos...
Bem, ceia pronta, agora vamos aos preparativos da mesa e etc... Bem... deixa eu 'voltar o filme' um pouquinho e elucidar melhor a situação. Tenho meus avós ainda vivos e lúcidos (minha avó, que tem 91 anos, não está MUITO lúcida e ainda se tornou 'arqui-inimiga' da senhora que trabalha para ela há mais de 60 anos e a casa virar um 'campo de guerra' de uma hora para outra), já meu avô com 97 anos é o ser mais fantástico que conheço. Ele só fica realmente chateado por não estar enxergando tão bem e isto o deixar mais 'atado' á outros o ajudando. Ele é cirurgião ortopedista aposentado cujos pacientes envelheceram com ele... e ele AMA estudar, aprender até hoje. Então meu 'super avô' mexe na internet, nextel, liga TV coloca para mudar para DVD, TV á cabo, 'o escambau' ele, com quase 1 século de vida, faz!
Já minha avó ela é o oposto, ODEIA ter até que mudar o canal porque não quer aprender como o novo controle da TV funciona mas em compensação as 'antenas' dela estão sempre nos barulhos, no cheiro de queimado da cozinha mesmo ela estando na sala conversando...
Eu e meus irmãos passávamos as férias TODAS (TODAS MESMO, não havia discussão, opinião ou o que fosse): FÉRIAS = CASA DA VOVÓ. Ou seja aqui sempre foi minha segunda casa.
Depois quando fui fazer a faculdade de veterinária eu vim para cá. Eu, mala, cuia e cachorro (eu nunca fico sem cachorro!). Meu avô que seeeeeeeeeeeeeeeeeempre gostou de cachorro do 'lado de fora' de casa se viu numa situação complicada visto eu estar pedindo quase 'de joelhos' e minha avó olhando para ele como um 'leão olhando um cordeiro' (SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM!! Ela sempre quem mandou e comandou a casa).
Bem.... como já sabem, estudei, casei, tive a Jubs, separei e voltei para a casa deles. E só depois de 1 ano fui para a casa dos meus pais. Hoje em dia volto para cá da forma que fazia na infância e adolescência: nas férias da Jubs agora.
Sinto muita falta deles...
Bem... voltando ao Natal... Comprei trocentas BARBIES: duas para os meus avós darem, uma meu irmão que é o padrinho dela quem deu, o meu outro irmão deu uma também, minha mãe outra...... Ahhhhhhhhhhhh! É um monte de bonecas e ainda tenho que voltar de avião (desta vez terei que pagar o excesso de bagagem, tenho certeza!!!)...
Bem, acho que deu para entender agora o porque de não me poupar em esforços pelos meus velhinhos mesmo que seja ir ao mercado umas 3 ou 4 vezes no mesmo dia e ter ainda que ouvir piada do caixa dizendo que eu ainda iria voltar mais uma vez, ir á farmácia sei lá quantas vezes e ainda ir para a cozinha com calor mesmo.... afinal a vovó Darth Vader contra o Luke Skywalker da Tati (a senhora que trabalha para ela) deu em 'guerra' aqui em casa e pedimos que a senhora fosse para a casa dela "descansar" da 'luta do bem e do mal'. Então a cozinha 'sobrou' pra mim, para minha mãe e para o meu irmão caçula.
No fim das contas... bem... apesar do calor, das comidas, de ao invez de estar de 'pés para cima' de bobeira, fiz e faço numa boa. Gosto de 'me dar' para a família porque é o que recebo em troca. E nada melhor que esta 'troca' de gentilezas, de sacrifícios, de bondades, de carinhos no Natal!
Feliz Natal á todos...
Eu vim para a cidade onde morava com meu ex-marido (onde ele ainda mora) porque é onde minha família (tirando meus pais) mora praticamente TODA!!!
Natal sem família é algo inconcebível na minha cabeça então lá vim eu com filha e mãe para cá. Vim há uma semana e estou hiper desacostumada deste calor... Caramba... Calor, SOOOOOOOOOOL... fico me perguntando se não há 'ar condicionado' embutido em roupa... Lembram do "De Volta para o Futuro 2"? a roupa que ele usava no futuro que secava com um dispositivo que parecia um cooler de computador... Caracas... meu 'sonho de consumo' mas ela tem que ser com ar condicionado!!!! Era só o que eu pensava enquanto estava na cozinha ajudando á fazer as rabanadas... e tome de ventilador e nada do calor diminuir, acabar então... nem pensar!!! Só em sonhos...
Bem, ceia pronta, agora vamos aos preparativos da mesa e etc... Bem... deixa eu 'voltar o filme' um pouquinho e elucidar melhor a situação. Tenho meus avós ainda vivos e lúcidos (minha avó, que tem 91 anos, não está MUITO lúcida e ainda se tornou 'arqui-inimiga' da senhora que trabalha para ela há mais de 60 anos e a casa virar um 'campo de guerra' de uma hora para outra), já meu avô com 97 anos é o ser mais fantástico que conheço. Ele só fica realmente chateado por não estar enxergando tão bem e isto o deixar mais 'atado' á outros o ajudando. Ele é cirurgião ortopedista aposentado cujos pacientes envelheceram com ele... e ele AMA estudar, aprender até hoje. Então meu 'super avô' mexe na internet, nextel, liga TV coloca para mudar para DVD, TV á cabo, 'o escambau' ele, com quase 1 século de vida, faz!
Já minha avó ela é o oposto, ODEIA ter até que mudar o canal porque não quer aprender como o novo controle da TV funciona mas em compensação as 'antenas' dela estão sempre nos barulhos, no cheiro de queimado da cozinha mesmo ela estando na sala conversando...
Eu e meus irmãos passávamos as férias TODAS (TODAS MESMO, não havia discussão, opinião ou o que fosse): FÉRIAS = CASA DA VOVÓ. Ou seja aqui sempre foi minha segunda casa.
Depois quando fui fazer a faculdade de veterinária eu vim para cá. Eu, mala, cuia e cachorro (eu nunca fico sem cachorro!). Meu avô que seeeeeeeeeeeeeeeeeempre gostou de cachorro do 'lado de fora' de casa se viu numa situação complicada visto eu estar pedindo quase 'de joelhos' e minha avó olhando para ele como um 'leão olhando um cordeiro' (SIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIM!! Ela sempre quem mandou e comandou a casa).
Bem.... como já sabem, estudei, casei, tive a Jubs, separei e voltei para a casa deles. E só depois de 1 ano fui para a casa dos meus pais. Hoje em dia volto para cá da forma que fazia na infância e adolescência: nas férias da Jubs agora.
Sinto muita falta deles...
Bem... voltando ao Natal... Comprei trocentas BARBIES: duas para os meus avós darem, uma meu irmão que é o padrinho dela quem deu, o meu outro irmão deu uma também, minha mãe outra...... Ahhhhhhhhhhhh! É um monte de bonecas e ainda tenho que voltar de avião (desta vez terei que pagar o excesso de bagagem, tenho certeza!!!)...
Bem, acho que deu para entender agora o porque de não me poupar em esforços pelos meus velhinhos mesmo que seja ir ao mercado umas 3 ou 4 vezes no mesmo dia e ter ainda que ouvir piada do caixa dizendo que eu ainda iria voltar mais uma vez, ir á farmácia sei lá quantas vezes e ainda ir para a cozinha com calor mesmo.... afinal a vovó Darth Vader contra o Luke Skywalker da Tati (a senhora que trabalha para ela) deu em 'guerra' aqui em casa e pedimos que a senhora fosse para a casa dela "descansar" da 'luta do bem e do mal'. Então a cozinha 'sobrou' pra mim, para minha mãe e para o meu irmão caçula.
Feliz Natal á todos...
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