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terça-feira, 1 de julho de 2014

Jubs não viajou!!!!!

Uhú!!!!
Jubs não viajou com o pai... ela mesma disse, na maior calma, ao Bonitão que não queria viajar com ele. Ele aceitou o que ela queria e nem e-mail para mim mandou.
Ah!!! E ela já disse que verá se na próxima vez (nas próximas férias) ela irá querer ir. Quando ela me perguntou quanto tempo seriam as férias de dezembro e eu respondi que seria 1 mês, ela disse: Graças á Deus que eu disse que iria ver se ia querer ir ou não.... Só irei de novo quando for para ficar por uns 5 dias no máximo.
Mas o que me deixou boba foi que eu não precisei fazer nada além de ficar tensa. Ela teve maturidade em ver que não queria viajar com o pai e dizer á ele... Ótimo não?


Agora algo que li e achei interessantíssimo:


Feio não é ser mãe solteira. Feio é ser pai quando convém


Outro dia conversava com uma amiga sobre como é difícil criar um filho que vê o pai raramente. Não porque o relacionamento não tenha dado certo ou algum ressentimento possa atrapalhar, mas porque por mais que a porta esteja aberta para a criança conviver com o pai, ele não entra por ela.
Vamos lá: quem nunca ouviu que a mãe do filho de fulano só dá problema? Ele vê o filho quando quer, dá o dinheiro achando que está ajudando (colega, não é nada além da sua obrigação) e reclama horrores do quanto a mãe da criança só dá problema, cobra presença e aquele papo todo de obrigações que os homens tem pavor, mesmo que seja por alguns minutos.
O que muitas pessoas não entendem e não filtram antes de soltar um “ah, mas é só pra te perturbar, não é?”, é que a perturbação começa quando a mulher precisa de uma folga. Folga do tempo em que ela cuida do filho de ambos, integralmente.
Que mãe solteira nunca ouviu que precisa dar uma folga para o pai do seu filho? Porque ele trabalha demais, está cansado demais ou está com algo de menos. Engraçado, né? Há homens que podem ter a mesma profissão, menos ou mais tempo e se dedicam à família do mesmo jeito. Enquanto alguém lida com um pai que tem tempo para tudo, menos para os filhos, sempre vai ter plateia para aplaudir o pai que aparece quando dá. Mas sempre será assim: se você trabalha fora, é a egoísta que não abre mão das próprias coisas pelo filho. Se você não trabalha, é interesseira que só espera a pensão. Ou seja, estaremos quase sempre erradas, e os homens – mesmo que estejam a quilômetros dos filhos – estarão fazendo o melhor se pelo menos cumprem a obrigação financeira com o filho.
Enquanto o pai não aparece, alguém tem que fazer as compras, os lanches, os banhos, os dentes escovados, ensinar o certo e errado, ensinar a se proteger, lidar com birras, preparar e dar comida, ensinar dever, levar e buscar na escola, comparecer nas reuniões escolares, levar ao hospital, trocar fraldas, mudar o vocabulário (adeus palavrões)… e quem faz isso se o pai não está presente? A mãe! E isso não é levado em consideração enquanto o pai caminha livre, sem preocupação com o bem estar do filho ou em se fazer presente, já que a mãe faz papel de dois (ou de três, porque o dia-a-dia com filhos, só quem passa diariamente sabe o quanto é trabalhoso).
E sabe o que é mais curioso? Que mesmo sobrecarregadas, sendo mulheres, mães, provedoras, cuidadoras, enfermeiras, babás, professoras e tudo mais, ainda somos as bruxas que não deixam os pais em paz. Com a mãe solteira, não há escala de trabalho que a impeça de ser multitarefa e se virar para conciliar a vida com os filhos.  Porque de filhos, nós não temos como tirar licença, não é mesmo? Enquanto os pais que o são quando convém, curiosamente arrumam tempo para viagens, jogos de futebol, saídas com amigos, namoricos… e o filho é prioridade na vida de quem, então? Não consigo entender como ainda é tudo obrigação da mãe, inclusive amor e carinho!
Nós, mães solteiras temos essa mania de querer o melhor pro filho, cumprir várias funções e suprir a ausência do pai, ou tentar fazer com que o progenitor perceba que ele é sim importante na vida dos filhos. Mas isso não cabe a nós, sabia? Por mais que nossas crianças sejam lindas, saudáveis e não entre na nossa cabeça como podem ser deixadas de lado ou vistas quando é conveniente, precisamos entender que não adianta forçar nada. Dar toques talvez funcione, mas não é uma receita de bolo que dá certo com todo mundo.
Se você é mãe e solteira e acredita que não existe ex pai e apesar de toda uma história -conturbada ou não –  o seu filho precisa e quer a presença do pai, demonstre isso para o progenitor. Explique como seu filho se porta, os questionamentos e deixe claro que ele é importante na vida do filho. Mas entenda que se o pai não possui interesse em colocar o filho como prioridade, não é ele que será uma prioridade na vida da criança. O que eu quero dizer: não fique frustrada se após você correr atrás, tentar conversar e pedir uma presença efetiva, esse pai não tenha percebido que o assunto em pauta é a importância dele no dia-a-dia do filho e na divisão justa de direitos e deveres de ambos os pais. Acontece mais do que você imagina. Se você tem equilíbrio para saber separar as coisas e tentou uma aproximação, esse afastamento não é uma escolha sua!
Nosso papel de mãe (e em muitos casos de pai, também) é criar nossa prole da melhor forma possível. E quem faz isso por ocasião, conveniência, talvez mereça o mesmo tipo de tratamento. Seja pai, parente ou simplesmente alguém sem o mínimo de empatia e noção da realidade.
Um dia, nossos filhos vão crescer. E não vamos precisar falar para eles quem estava lá, quem fez tudo e priorizou a vida e felicidade deles. Porque crianças observam tudo, principalmente sobre quem está com elas, se é ou não por obrigação.
O que podemos fazer é para nossas crianças. Então que o foco seja nelas e o pai que aparece raramente, faça o papel que ele mesmo escolheu: o de coadjuvante. Pode ser uma pena, mas a nossa parte diária, nós fazemos. Que os pais corram atrás dos seus filhos e parem de reclamar sobre situações inexistentes ou exageradas. Que parem com as desculpas, principalmente. E que um dia percebam que muitos pais solteiros (ou não) dão conta do recado com muito amor, carinho e diálogo. Esses sim estarão presentes nas lembranças de infância dos filhos. Se não temos pais presentes para essas memórias, nossos filhos sempre nos colocarão nas suas nostalgias futuras.
Um beijo grande e até o próximo post!
http://vilamamifera.com/cafemae/feio-nao-e-ser-mae-solteira-feio-e-ser-pai-quando-convem/
Achei a 'minha cara'...
Beijos á todos... vou curtir a minha pequena... 













sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Cada coisa que me acontece que tenho que rir... ou chorar...

Como já escrevi antes: ex-marido enche.
Meu Deus do céu.... Me pergunto como tem gente que tem coragem de casar de novo com o 'perigo' de descasar novamente e ter um segundo ex-marido... e terceiro, sabe-se lá quanta 'boa vontade' esta mulher tem para ter estes seres estranhos á sua volta.
Não sei se um cara por ser 'ex-marido' muda alguma coisa na sua personalidade ou evolui e com a próxima esposa ele poderá acertar e não errar na mesma coisa que errou com a anterior, afinal somos seres humanos e é MUITO DIFÍCIL mudarmos alguma característica AINDA MAIS os HOMENS que são criados pelas mães com certa idolatria. Realmente mãe de homem tem este problema.
Minha mãe é mãe de três filhos, eu a mais velha e dois lindinhos depois de mim. Eu AGUENTAVA o tranco mas eles... ah!!! tadinhos deles!!! rs... Se bem que neste ponto minha mãe sempre partiu do principio da educação igualitária: quando um fazia alguma besteria ela não queria saber quem tinha sido, ela nos enfileirava na parede e ela dava bordoadas nos três. Tá... educação antiga.. mas... igualitária!
Já no caso do bonitão a mãe dele só teve á ele como filhinho. E ele permanece filhinho da mamãe até hoje porque nem o próprio prato ele leva para pia, quanto mais lavar louça, á não ser que com a terceira esposa dele o tenha melhorado mas acredito ser pouco provável. Ela o trata como filhinho, pelo menos quando vem buscar ou trazer a Jubs é o que ela demonstra para os meus pais.... que o bonitão é o coitadinho-filhotinho-nenenzinho dela e do mundo.
Vamos lá ao real motivo que comecei escrevendo hoje. O bonitão nunca liga, não é?? Pois bem!!!!! Eu devo emanar ferormônios quando algo diferente ocorre, como o fato da Jubs ter mudado de escola.
Ele NUNCA LIGA, melhor LIGA UMA VEZ POR MÊS e quando é que ele ligou???? ACERTOU!!!!!! Ontem! E o que a Jubs soltou de PÉROLA??? Estou numa nova escola!! (óbvio! qualquer criança faria o mesmo: contar uma novidade).
Claro que o papo durou um tempão, ele devia estar com muita saudade da filha e ela idem. A Jubs desligou em menos de CINCO MINUTOS e falando: "Olha só... eu queria desligar, tá???" . E ele desligou, claro.
Quando não se tem assiduidade na convivência com crianças, estas ficam sem assunto e se o adulto que não sabe dar um jeitinho e se esforçar, este se dá mal.
Para conquistar alguém você tem que CATIVAR, já dizia a Raposa ao Pequeno Príncipe:

Só que para CATIVAR você tem que fazer por onde! Coisa que o bonitão acha que deve ser: VINDE Á MIM porque eu não vou á NINGUÉM!
Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem, claro que no dia seguinte eu acordo com um e-mail do bonitão LOTADO de perguntas e querendo respostas com o máximo de urgência (mereço!!!!!). O que ele não contava é que hoje ele tem muito menos 'poder' sobre mim.
Deixa eu me explicar: antes tudo que ele fazia, escrevia ou dizia causavam um impacto absurdo em mim. Eu ficava mal, mas MAL MESMO, de passar mal, ficar de cama, ter labirintite, tudo que puder imaginar.
Hoje me sinto muito mais forte. Ouvi ontem mesmo de uma moça que me conhece há um tempo e que sabe de alguns dos pepinos proporcionados pelo bonitão, ela me disse: "Nossa!!! Como você é forte!! Que fibra que você têm!". Engraçado isto... eu nunca havia me tocado que tinha realmente e muito menos que as pessoas podiam notar isto.
Então, eu na minha atual condição de ser menos emocional e mais racional com o bonitão, consegui escrever um e-mail respondendo tudo que ele perguntava sem me alongar nas explicações (como antes fazia com medo de deixar algo sem estar explicado), sem me emocionar, sem ele ter tudo o que 'exigia' (porque aquele maluco acha que manda em mim e em qualquer mulher do mundo).
Eu hoje estou e sou plena... óbvio que nem sempre consigo estar assim, tenho meus altos e baixos. Mas cada vez mais me lembro que não tenho medos como tinha antes.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

I´M BACK!!!!!!!!

Caramba!!! Estou feliz hoje..., melhor, esta semana.
Estou voltando á ser a Drix de anos atrás: otimista, risonha e mais que tudo: ESPORTISTA.
Eu passei anos sem animo de andar, correr, fazer qualquer coisa para MIM. Tudo girava em torno da Jubs, afinal ela 'só tem á mim' (era o meu mantra).
Não que hoje em dia a situação tenha mudado, ela ainda só pode contar comigo visto o bonitão manter a postura de ligar para ela uma ou duas vezes por mês.
Mas eu tinha 'me perdido'... Não sabia mais quem eu era, a sensação era que precisava me 'reinventar' ou me 'reencontrar'... mas cadê o animo para isto?? Não existia. Eu vegetava, vivia em função do que tinha que fazer para Jubs, apertava o 'piloto automático' e lá ia eu.
Nossa, estou usando o 'pretérito' para me identificar. Não chega á tanto assim, óbvio. Não acordei e havia mudado mas me sinto tão... diferente....
Voltei á correr e nem lembrava do bem que isto me fazia sentir. Que delícia voltar dolorida e suada... risos... sério! É bom SIM!!!!! E a cabeça voa neste tempo que você está correndo, você 'desopila o fígado'.
Ontem eu li algo que traduziu como tenho me sentindo. Venho 'crescendo', me desapegando do que o bonitão possa vir á achar ou fazer quanto á mim. Estou voltando á me bastar, o que eu penso e sinto é o que me faz feliz. Não sou uma treslocada para fazer bobagens, nunca fui então não será agora que passarei á ser, óbvio!
Então... o que o BONITÃO achar, falar, escrever, mover de processo... primeiro: problema dele o que ele acha; segundo: quanto á justiça ele terá que provar o que diz de mim; terceiro: EU ME BASTO.
Sou inteira SOZINHA e por isto sou o apoio da Jubs. Ela sabe que pode contar comigo.
Eu tinha a sensação de precisar de uma escora. De ser menos porque eu não era CASADA, eu não era o que a sociedade exigia de mim.
O texto que li é este aqui:

Sobre estar sozinho…

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A ideia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.

O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.

Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo e assim por diante. Uma ideia prática de sobrevivência e pouco romântica por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade pelo amor de desejo.

Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas.

Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo e depois tem de ir se reciclando para se adaptar ao mundo que fabricou.

Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.

O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.

Visa a aproximação de dois inteiros e não a união de duas metades. E ela só é possível para aqueles que conseguirem trabalhar sua individualidade.

Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.

As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.

Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado. Cada cérebro é único. Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.

Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal.

Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo e não a partir do outro.

Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável. Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.

Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.

Flávio Gikovate


O autor traduziu TUDO que venho sentindo.
Fomos criadas para achar que sozinhas não conseguimos obter sucesso e se o obtemos somos mal resolvidas sexualmente ou ainda, somos mal vistas como malucas que não vêem a REALIDADE (a realidade DA SOCIEDADE).
Estar casada e ter alguém ao lado são coisas completamente diferentes.
Casada para mostrar para os outros que é capaz de TER UMA FAMÍLIA DORIANA é como fomos criadas e o não tê-la nos dava a sensação de frustração e incompetência total. Vínhamos criando nossos filhos com a sensação de faltar um pedaço, de sermos menos que as mulheres que tem a família completa etc etc... Coisas que cansei de ouvir. Ser BANIDA  de um grupo de amigas casadas porque elas se sentiam ameaçadas por mim por estar solteira e poder avançar nos seus maridos e pelos maridos porque podia 'levar suas esposas' para uma mau caminho.
Fiquei literalmente sozinha, visto ter poucas amigas em Sampa e a maioria destas é casada.
Então virei um 'CARAMUJO', dentro da minha concha. Engordei, deixei de me cuidar, de me olhar no espelho... Não ligava para mim, me sentia FRACASSADA.
Mas que FRACASSO eu tive? Onde ele existe?? Na minha cabeça! A Jubs é educada, bem criada e feliz, ou seja: o que eu achava que precisava de família para fazer eu FIZ SOZINHA.
Então onde está a FRACASSADA,  a FRACA, a NÃO MERECEDORA DE RECONHECIMENTO ALGUM?
Bem... AQUI ela não está!
Não VOU  me permitir 'ESCORREGAR' e deixar a minha 'cabeça' me cobrar desta forma. A vida já me cobra o bastante.
Superação, ISTO EXISTE!!! Você TEM que 'correr atrás' e ter MUITA boa vontade porque vão existir 'escorregões', pessoas te desestimulando e outras coisas mais... MAS quando você perceber que MESMO SOZINHA VOCÊ É INTEIRA.... NINGUÉM TE SEGURA MAIS!!!

Boa sorte para nós todas e que os escorregões sejam temporários e BEM ESPORÁDICOS.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Fim da Odisséia... será mesmo?

O bonitão enviou a resposta dele após eu enviar outro e-mail cobrando dele uma posição sobre ele vir ou não pegar a Jubs nas férias da forma que a justiça determinou. Ou seja: sem ceder da forma que ELE QUER.
Óbvio que a resposta foi: Não vou pegar a Jubs então.
Vou 'tentar' por em palavras o que acontece na cabeça da 'Bruxa Má do Oeste' aqui... eu aceitaria a modificação das datas facilmente se ele fosse assíduo em procurar a Jubs mas ele some por uns 4 meses e liga, fala com ela por uns 15 ou 20 minutos e some até as férias, aí ele liga uns 2 ou 3 dias antes de vir busca-la para avisa-la. A Jubs entra no processo de expectativa de vê-lo (porque apesar de acha-lo um titica, eu não digo á ela. Quando ela me pergunta da ausência dele eu só digo que ele trabalha muito e que não pode vê-la sempre. Não consigo dizer diferente porque ela não merece saber quem ele é com 5 anos. Prefiro deixa-la 'sonhar' com um pai legal) e no medo de ficar longe de mim. Aí férias: ela vai com ele... e surta!!!! Fica querendo voltar, me ligar (coisa que ele não deixa) e querendo vir embora de qualquer forma.
Agora mais dolorido para mim é a chegada dela: ela chega 'alucinada', 'ligadíssima', tensa, falando rápido, rindo, chorando, me abraçando e andando de um lado para o outro. Na última vez que ela veio das férias ela veio com uma lista mental de perguntas para me fazer: Por que eu não deixava o pai dela se aproximar? (o que ele quer??? que eu a leve? que eu ligue para ele?? ah!! e quer também que eu faça almoço para ele?? tá doido!?!) Por que EU a trouxe para outra cidade onde ele fica longe dela? (quando eu morava na MESMA CIDADE ele dizia ser MUITO cansativo ir vê-la e na audiência eu AFIRMEI que pretendia retornar para minha cidade, onde fui criada. Ele quem parece ter esquecido).
Bem, voltando á situação do 'Fim da Odisséia', ele respondeu ao meu e-mail reclamando do meu tom de urgência na resposta dele e que numa próxima vez que usasse outro tom. Novamente afirmando que ele está longe da filha e que pela distância fica impossibilitado de vê-la com a frequência que gostaria... na boa... meu 'sangue ferveu'!!! Fiquei louca para responder com tudo que está 'engasgado' na garganta.... tudo que escrevi aqui e outras coisinhas mais... MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAS se fizer isto eu dou á ele o que ele quer: ME VER IRADA! Então eu fico irada mas sem ele saber.
O engraçado também é que ele lembra de frases citadas na mesma audiência onde citei que voltaria para casa dos meus pais mas do que eu falei não.
Ah!! Já ia esquecendo... Ele coroou escrevendo que será que eu sei do que estou fazendo e que se me perguntava se algum dia nossa filha iria me perdoar.
Não disse que eu era a 'Bruxa Má do Oeste' e ele a Dorothy? Vou vender meu carro e arrumar uma vassoura, decisão para o ano de 2013. Agora só transporte aéreo... só falta treinar a gargalhada do filme: Ha ha ha ha ha ha ha ha ha!! (será que vai dar certo?)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Final de Ano: Velhas Estórias, por que eu ainda fico surpresa?

Lá vem o "Fim de Ano" e todos que conheço se preocupando com festas, comidas, presentes etc... e a 'anormal' aqui se preocupando com: Como serão as férias da minha filha? Será que o pai dela virá ou não busca-la? E se vier, ele irá ou não traze-la no Natal (que é a data que me é de direito neste ano para passar com ela)?
Então cá estou eu conjecturando sobre o que será e perdendo meu sono. Sei que todo ano é a mesma coisa mas como faço para 'desligar' a minha cabeça? É fácil falar, dar conselhos e tal mas agir nesta situação de cabeça fria? Sinceramente para este ser que vos escreve é algo impossível.
Vamos lá á estória deste ano: o bonitão não dava o 'ar da graça' desde outubro quando ele ligou pela última vez. A Jubs fica meio chateada mas eu acho um ABSURDO eu ligar para que ela fale com ele. Já fiz isto antes e o que ouvi dele e da mulher dele era que eu fazia isto para 'manter algum contato com ele', dando á entender que eu estava usando a Jubs como desculpa para me aproximar dele. Bem bizarro não? Então disse á ele que ele devia ligar para a nossa filha para que esta visse o esforço do pai para saber dela, para vê-la (bem vê-la chega á ser piada visto ele só a procura nas férias) mas vai saber não é? quem sabe ele muda um dia? prefiro pensar assim mais pela Jubs porque ela merecia um 'pai melhor' do que o que posso oferecer á ela.
Bem, voltando á 'vaca morna', o bonitão... Ele reapareceu 'das trevas' no final de semana, ou seja, duas semanas antes do início das férias da Jubs (a parte que é de direito DELE começa no início das férias dela). 
Ah!! Deixa eu abrir um parenteses neste 'desabafo': Ele vinha, há uns quase cinco anos, tentando na justiça uma diminuição no que ele deve pagar para a Jub´s, tentou de todas as maneiras e só neste ano que ele realmente perdeu e teve que acatar a decisão judicial e então já dá para imaginar como ele tem andado... um tanto zangado (bonitinho este termo perto do que imaginei).
Então juntando a decisão judicial que saiu há pouco tempo com a proximidade das férias da nossa filha imaginem qual foi a proposta que tive do ser lindo e maravilhoso com quem 'reproduzi'? Ou eu abro mão do Natal com a nossa filha ou ele não irá busca-la nestas férias porque é muito cansativo trazer para ela passar SÓ 24 horas comigo (o Natal são estas 24 horas).
E a vontade que dá de torcer o pescoço do 'queridão'? Porque a Jubs tá falando o tempo todo sobre o que quer e o que não quer fazer com ele nas férias, ela pede que sejam SÓ uns 4 dias com ele mas pede estes 4 dias!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! 
E então? O que fazer? Por um lado se eu ceder, fico sem minha filha no Natal e no ano passado fiquei sem ela no Reveillon porque ele não a trouxe. Ou troco com ele os períodos das férias, o deixo com a minha parte que é o fim das férias... tá... faço isto e ele fica com ela por 22 dias e ela 'surta' como no ano passado, afinal até para um adulto é complicado ficar na casa de alguém que você não tem contato algum por quase 365 dias e depois ficar por 22 dias direto sendo tolido de ligar para sua casa, ter contato com quem você tem costume.
Ouço cada uma..... uma que acho 'linda' é: Ela tem que se acostumar!!! Ele é pai e paga pensão! Tá ótimo, então isto me soa 'prostituição', porque se eu pago algo e tenho direito á usar alguém como bem entendo é 'prostituição' sim!
Ela só tem 5 anos e o que eu faço? 
Por um lado eu fico pensando no que será lá na frente porque é óóóóóóbvio que serei vista como a ‘bruxa má do Oeste’. Vai ter sido eu quem não facilitou o acesso, o contato, eu que mudei de cidade o deixando longe.... mas é engraçado porque em pleno julgamento, quando a Jubs tinha apenas 1 ano, eu disse á juíza que pretendia voltar para a cidade dos meus pais só que este detalhe o bonitão esquece. E enquanto eu morei na mesma cidade que ele?? e ele tinha direito á ver a filha final de semana sim e outro não e ele não a via?
Agora ele quer se colocar como uma ‘santo’ com direito á canonização no Vaticano e tudo mais... caramba! Quer dizer que a memória é fraca á este ponto? Ou eu que viajo demais? Será que surtei e estou imaginando unicórnios voando e junto com eles um pai presente que NUNCA existiu...?
Com certeza esta novela não acabou e publicarei mais depois...