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terça-feira, 1 de julho de 2014

Jubs não viajou!!!!!

Uhú!!!!
Jubs não viajou com o pai... ela mesma disse, na maior calma, ao Bonitão que não queria viajar com ele. Ele aceitou o que ela queria e nem e-mail para mim mandou.
Ah!!! E ela já disse que verá se na próxima vez (nas próximas férias) ela irá querer ir. Quando ela me perguntou quanto tempo seriam as férias de dezembro e eu respondi que seria 1 mês, ela disse: Graças á Deus que eu disse que iria ver se ia querer ir ou não.... Só irei de novo quando for para ficar por uns 5 dias no máximo.
Mas o que me deixou boba foi que eu não precisei fazer nada além de ficar tensa. Ela teve maturidade em ver que não queria viajar com o pai e dizer á ele... Ótimo não?


Agora algo que li e achei interessantíssimo:


Feio não é ser mãe solteira. Feio é ser pai quando convém


Outro dia conversava com uma amiga sobre como é difícil criar um filho que vê o pai raramente. Não porque o relacionamento não tenha dado certo ou algum ressentimento possa atrapalhar, mas porque por mais que a porta esteja aberta para a criança conviver com o pai, ele não entra por ela.
Vamos lá: quem nunca ouviu que a mãe do filho de fulano só dá problema? Ele vê o filho quando quer, dá o dinheiro achando que está ajudando (colega, não é nada além da sua obrigação) e reclama horrores do quanto a mãe da criança só dá problema, cobra presença e aquele papo todo de obrigações que os homens tem pavor, mesmo que seja por alguns minutos.
O que muitas pessoas não entendem e não filtram antes de soltar um “ah, mas é só pra te perturbar, não é?”, é que a perturbação começa quando a mulher precisa de uma folga. Folga do tempo em que ela cuida do filho de ambos, integralmente.
Que mãe solteira nunca ouviu que precisa dar uma folga para o pai do seu filho? Porque ele trabalha demais, está cansado demais ou está com algo de menos. Engraçado, né? Há homens que podem ter a mesma profissão, menos ou mais tempo e se dedicam à família do mesmo jeito. Enquanto alguém lida com um pai que tem tempo para tudo, menos para os filhos, sempre vai ter plateia para aplaudir o pai que aparece quando dá. Mas sempre será assim: se você trabalha fora, é a egoísta que não abre mão das próprias coisas pelo filho. Se você não trabalha, é interesseira que só espera a pensão. Ou seja, estaremos quase sempre erradas, e os homens – mesmo que estejam a quilômetros dos filhos – estarão fazendo o melhor se pelo menos cumprem a obrigação financeira com o filho.
Enquanto o pai não aparece, alguém tem que fazer as compras, os lanches, os banhos, os dentes escovados, ensinar o certo e errado, ensinar a se proteger, lidar com birras, preparar e dar comida, ensinar dever, levar e buscar na escola, comparecer nas reuniões escolares, levar ao hospital, trocar fraldas, mudar o vocabulário (adeus palavrões)… e quem faz isso se o pai não está presente? A mãe! E isso não é levado em consideração enquanto o pai caminha livre, sem preocupação com o bem estar do filho ou em se fazer presente, já que a mãe faz papel de dois (ou de três, porque o dia-a-dia com filhos, só quem passa diariamente sabe o quanto é trabalhoso).
E sabe o que é mais curioso? Que mesmo sobrecarregadas, sendo mulheres, mães, provedoras, cuidadoras, enfermeiras, babás, professoras e tudo mais, ainda somos as bruxas que não deixam os pais em paz. Com a mãe solteira, não há escala de trabalho que a impeça de ser multitarefa e se virar para conciliar a vida com os filhos.  Porque de filhos, nós não temos como tirar licença, não é mesmo? Enquanto os pais que o são quando convém, curiosamente arrumam tempo para viagens, jogos de futebol, saídas com amigos, namoricos… e o filho é prioridade na vida de quem, então? Não consigo entender como ainda é tudo obrigação da mãe, inclusive amor e carinho!
Nós, mães solteiras temos essa mania de querer o melhor pro filho, cumprir várias funções e suprir a ausência do pai, ou tentar fazer com que o progenitor perceba que ele é sim importante na vida dos filhos. Mas isso não cabe a nós, sabia? Por mais que nossas crianças sejam lindas, saudáveis e não entre na nossa cabeça como podem ser deixadas de lado ou vistas quando é conveniente, precisamos entender que não adianta forçar nada. Dar toques talvez funcione, mas não é uma receita de bolo que dá certo com todo mundo.
Se você é mãe e solteira e acredita que não existe ex pai e apesar de toda uma história -conturbada ou não –  o seu filho precisa e quer a presença do pai, demonstre isso para o progenitor. Explique como seu filho se porta, os questionamentos e deixe claro que ele é importante na vida do filho. Mas entenda que se o pai não possui interesse em colocar o filho como prioridade, não é ele que será uma prioridade na vida da criança. O que eu quero dizer: não fique frustrada se após você correr atrás, tentar conversar e pedir uma presença efetiva, esse pai não tenha percebido que o assunto em pauta é a importância dele no dia-a-dia do filho e na divisão justa de direitos e deveres de ambos os pais. Acontece mais do que você imagina. Se você tem equilíbrio para saber separar as coisas e tentou uma aproximação, esse afastamento não é uma escolha sua!
Nosso papel de mãe (e em muitos casos de pai, também) é criar nossa prole da melhor forma possível. E quem faz isso por ocasião, conveniência, talvez mereça o mesmo tipo de tratamento. Seja pai, parente ou simplesmente alguém sem o mínimo de empatia e noção da realidade.
Um dia, nossos filhos vão crescer. E não vamos precisar falar para eles quem estava lá, quem fez tudo e priorizou a vida e felicidade deles. Porque crianças observam tudo, principalmente sobre quem está com elas, se é ou não por obrigação.
O que podemos fazer é para nossas crianças. Então que o foco seja nelas e o pai que aparece raramente, faça o papel que ele mesmo escolheu: o de coadjuvante. Pode ser uma pena, mas a nossa parte diária, nós fazemos. Que os pais corram atrás dos seus filhos e parem de reclamar sobre situações inexistentes ou exageradas. Que parem com as desculpas, principalmente. E que um dia percebam que muitos pais solteiros (ou não) dão conta do recado com muito amor, carinho e diálogo. Esses sim estarão presentes nas lembranças de infância dos filhos. Se não temos pais presentes para essas memórias, nossos filhos sempre nos colocarão nas suas nostalgias futuras.
Um beijo grande e até o próximo post!
http://vilamamifera.com/cafemae/feio-nao-e-ser-mae-solteira-feio-e-ser-pai-quando-convem/
Achei a 'minha cara'...
Beijos á todos... vou curtir a minha pequena... 













segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Já sei o quero ser quando crescer!

As novas da Jubs acabam comigo... rs...
Ela estava conversando comigo na semana passada enquanto eu dirigia e ela me fala:
- Mãe, já sei o que quero ser quanto crescer!
- É?? E o que você quer ser?
- MILIONÁRIA!

- Por que???
- Para poder comprar tudo que eu quiser na hora que eu quiser!
Eu comecei rindo do jeito dela e ela ficou zangada.... preferi parar de rir porque vi que era séria a vontade de ser MILIONÁRIA.
Tentei conversar sobre o tema e explicar que ser RICO não é a solução dos problemas e que, ás vezes, é um problema bem maior. Expliquei que quem tem muito dinheiro acaba tendo medo de ser assaltado ou sequestrado. Ela pensou e apavorou pensando que alguém poderia me levar dela.
Aí falou:
- Mãe, tem como ter mais dinheiro sem ser MILIONÁRIA? Porque podia ter mais dinheiro, né?? só que sem ser MUITO MAIS.
Adoro esta maneira dela pensar!
A outra dela é a ENTOMOFOBIA que ela tem. Este 'palavrão' não é nada mais que MEDO DE INSETOS.
Eu não tenho medo não... Quando eu era pequena, pegava as baratas pelas antenas e ficava vendo se eram fêmeas ou machos. Se aparecer barata eu mato, aranha ou o que for... Já a Jubs se vê um inseto, ela sai gritando.
Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem... estava eu dirigindo no transito maluco daqui, numa tarde de calor PUNK, com a minha mãe e a Jubs no carro. Quando de repente a Jubs BERRA:
- Não!!!! Uma BARATA na minha perna!!!

Confesso que apesar de não ter problema algum em matar uma barata, eu não ia gostar nem um pouco de ter uma na perna. E ainda pensei: Meu carro não está sujo para chegar ao ponto de ter baratas dentro. Não tinha como...
Minha mãe tem tanto, ou mais, medo que a Jubs e começou a 'pisotear' o chão do carro e quase dançando como o Fred Astaire. E tome de gritaria no carro, eu na ladeira, carro para tudo que era lado, um calor absurdo e a gritaria. Fico imaginando as pessoas que passavam ao lado do meu carro, vendo aquela cena e pensando no que podia estar acontecendo lá dentro.
Eu olhava para o tapete do chão e necas de barata.
Quando o carro andou de novo a Jubs começou choramingando:
- Ai ai ai... Ela tá voltando... Me tira daqui!!!! Eu quero sair daqui!!!
Sair como??? E para onde???? Me senti num manicômio.
E olhei de novo para o chão... e necas!!!
Minha mãe continuava com a 'SESSÃO DA TARDE' com o SAPATEADO DELA no assoalho do carro. Eu comecei ficando nervosa por causa do pandemônio.
E a Jubs chorando...
Quando ela gritou de novo eu olhei rápido para o chão e vi!!!!!!!!!!!!!!
Vi!!!! Vi um raio de um besourinho daqueles que estalam quando você os pega.
Peguei o coitado e abri a janela para pô-lo para fora... só que estava tão transtornada com o escândalo da Jubs e da minha mãe que fechei o vidro da janela com meu braço pra fora ainda....
Queria esganar as duas! Que escândalo por causa de um bichinho!!!
Quanto á matar baratas, o BONITÃO tinha medo, quem matava estes insetos em casa era eu mesma. Ou seja: nada mudou!!! rs... Mas a Jubs ter medo e fazer escândalo... acaba comigo!!!
Até uma mera mariposa ela se joga na cama e diz:
- Que linda!!! Tira ela daqui??

Bem... nem tudo tem como ser perfeito! rs...
Se bem que quando salvei a gambá no mês passado, ela curtiu e ainda queria ter ficado com esta como animal de estimação.
Menos mal... pelo menos o medo que o BONITÃO tem de bichos não foi totalmente transmitido via atavismo á Jubs...




domingo, 24 de novembro de 2013

Algumas coisas que ouvimos

Engraçado como ás vezes passamos a nossa vida inteira ouvindo certas frases que nunca surtem efeito mas um momento, alguém fala AQUELA MESMA FRASE e ela parece ser algo novo que BATE CERTINHO com o que você está vivendo e a sensação que se tem é como se você tivesse tomado uma 'tijolada' na cabeça. Sabe quando no desenho animado (óóóóóbvio que digo dos antigos, mais arcaicos) o bonequinho toma uma pancada na cabeça e depois acende uma luz? Exatamente isto!

Minha mãe SEMPRE ME DISSE que eu tinha que pensar no que ia fazer antes de fazer porque tudo que faço reflete na Jubs. Ou seja: NÃO DÊ UM PASSO SEM PENSAR PORQUE AMANHÃ A SUA FILHA IRÁ REPETI-LO.
Eu dou então passos de 'formiga' para que se eu errar eu consigo 'voltar' fácil de onde eu saí e fazer outro caminho. O problema é o tempo que eu levo para fazer qualquer coisa. Qualquer mudança levo tempo demais para fazer qualquer coisa e o medo que sinto em fazer?!?!?
A frase da minha mãe martela a minha cabeça e eu amedronto e fico travada no lugar, dando passos de 'formiga'...
Estava conversando com a minha avó na semana passada, ela está beeeeeeeeeem velhinha, 92 anos. Infelizmente passou por uma cirurgia e a cabecinha dela ficou meio... abalada... Mas ainda assim ela tem momentos fantásticos de lucidez extrema. Num destes momentos ela virou para mim e disse algo que eu já havia ouvido TROCENTAS VEZES, só que DESTA VEZ CAUSOU um efeito positivo.
Minha velhotinha me falou sobre não desistir dos meus sonhos e eu rebati que não tinha mais nenhum além da Jubs. Foi aí que veio a 'TIJOLADA':
- É este o exemplo que você quer dar para sua filha? Ter um sonho é o bastante? Dar passos de formiga é seguro então melhor você quase não andar. No fim você ouvirá dela que entre andar pouco e ficar parada, ela vai preferir ficar parada, tomando sol e o mundo todo que se exploda. Você está dando este exemplo e infelizmente você não está vendo o que está fazendo.
- Mas vó... Eu luto, faço um monte de coisas... Não desisto...
- Eu sei! Acontece que você precisa mostrar isto á ela. Vá fazer uma academia como você fazia antes. Volte á estudar... Procure algo e mostre para a sua filha a luta que você trava para conseguir aquilo.
A conversa continuou mas aquilo que ela havia dito entrou na minha cabeça. Talvez naquele momento eu estivesse mais disposta á ouvir e assimilar que das outras vezes que este assunto veio á tona... realmente não sei. Sei que algo fez uma 'click' na minha cabeça naquele momento.
Eu sempre me sinto uma 'LEOA' cuidando da Jubs... Então preciso mostrar á Jubs que 'se caça', como sair e voltar com a 'vitória' de ter conseguido o que se quer. Mostrar como 'RUGIR', 'MARCAR TERRITÓRIO', até mesmo 'BRIGAR' pelo seu espaço... Eu já fiz isto várias vezes mas não com ela de espectadora vendo 'como é que se faz'...
 Então agora é 'ao vivo', sem ensaios e com a frase da mamãe: 'SEM FAZER ALGO ERRADO PORQUE AMANHÃ SUA FILHA PODERÁ REPETIR O SEU ERRO.'
Vou continuar como sempre faço: PRESTANDO ATENÇÃO 'ONDE PISO' PORQUE SEI QUE MEUS PASSOS SÃO SEGUIDOS POR PÉS MENORES.
A Jubs presta atenção em tudo que digo ou faço. Noutro dia ela estava mexendo no micro e eu disse que queria usa-lo. Ela me perguntou:
- Quer que eu ponha no 'mãe separada'?
Eu quase caí para trás, nem havia 'me tocado' que ela poderia ler ou que já devia ter lido algo. Sei lá... Acho que pensei que ela era ainda o meu ser 'portátil' e que eu tudo via e sabia. Me senti 'A BOBA'... e por outro lado insegura me perguntando o que ela poderia ter lido.
Ela na verdade não leu mas sabia da existência. 
Ela se interessa em saber o que eu gosto e o que eu faço, então eu tenho que fazer coisas certas e boas para ela.
Ou seja: ME MATRICULEI NA ACADEMIA (Que Deus me ajude!!! porque eu não gosto de academia) e vou voltar á estudar para concursos.
Eu TENHO A OBRIGAÇÃO de fazer meus passos bem marcados no chão, como escrevi acima: ESTES VÃO SER SEGUIDOS POR PÉS MENORES. Então tenho que ABRIR CAMINHO, ULTRAPASSAR OBSTÁCULOS E SE EU SENTIR MEDO, CONTINUAR MESMO ASSIM, PORQUE O MEDO NOS FAZ BEM, NOS DEIXA ALERTA. E continuar cuidando da minha pequena porque amanhã ela será grande... e fará os seus próprios passos no caminho.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Dia das Crianças e do BOLSO dos PAIS

Passei o Dia das Crianças 'peregrinando' num shopping MUITO BOM, que estava CHEIO DE OPÇÕES para as crianças. Sendo que estas vinham com cupons para retirar BRINDES e quando eu fazia isto, nunca saia 'ilesa' da loja, sempre acabava comprando algo.
Mas tudo bem, a Jubs merece!
Dei á ela uma destas bonecas tipo "Barbie" mas são as 'famosinhas' atuais, minha mãe deu outra e meus avós outra. Então foram 3 da mesma coleção (caramba!!! que bonecas caras!!!) mais as compras pós retirada dos brindes e mais um par de bonecas que eu havia comprado há uns 3 anos, que falam entre sim, brincam e tal, que USAM 12 PILHAS AA mas que eu tinha guardado para quando a Jubs brincasse sem destrui-las, espero que seja agora.
Beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem... o shopping LOTADO!!! Cheio de pais com carrinhos de bebês (não entendo o motivo visto serem bebês e não entenderem que raios este dia representa, que no fim das contas representa algo comercial somente nos dias de hoje). Nos carrinhos tinham crianças aos GRITOS, não era chorando meramente, estavam GUINCHANDO mesmo e suas mães desesperadas e sem graça, empurrando os carrinhos e os sacudindo para ver se estes paravam de gritar.
Minha mãe ficou abismada e me disse que achava que as crianças estavam tensas pela movimentação do lugar ou então pela própria tensão dos pais. E eu respondi que não era este o motivo. O REAL MOTIVO era que a grande maioria das crianças que ali estavam, passavam a semana INTEIRA numa creche, com 'tias' que elas conhecem há algum tempo e que seus pais passavam a semana TRABALHANDO, que levavam os filhos para creche de manhã e os buscavam de tarde para de noite. Que estes 'filhos' dos pais trabalhadores conheciam mais as 'tias' da creche que aos próprios pais e que na hora do 'aperto', o colo que elas querem é o que elas conhecem como seguro e que elas ficam durante a semana inteira: O DAS TIAS!! E não o dos PAIS TRABALHADORES mas que seus filhos não conhecem e que não os acalmam.

Sei que tem muitas mães QUE PRECISAM TRABALHAR PORQUE NÃO HÁ OUTRA FORMA PARA SE SUSTENTAR e sei também que estas mesmas mães que trabalham porque realmente precisam durante a semana inteira ainda dão um jeito de serem MÃES DE SEUS FILHOS quando estão com eles. Mas muitas das que trabalham dizem (porque eu mesma já ouvi mais de uma vez): EU PRECISO TER A MINHA AUTONOMIA, SE MEU MARIDO (COMPANHEIRO) TRABALHA E SAI, EU TAMBÉM MEREÇO FAZER POR MIM.
E deixa o filho na creche e vai atrás da sua autonomia.
Não é que eu queira 'levantar uma bandeira' e dizer que as mulheres não devem trabalhar para serem mães e tal. Óbvio que não!!! Mas estou dizendo que elas vão colher os frutos que plantam. Se forem egoístas e egocêntricas com seus filhos, estes também serão.
Eu abri mão de um monte de coisas para mim, para poder focar na Jubs... fiz isto por achar e sentir ser o 'CORRETO'. Fui criada assim e acho que foi certo e procuro fazer o mesmo por minha filha. Ser presente e cuidar dela a maior parte do tempo. Tenho amigas que me crucificaram por isto, outras que riram me chamando de RETRÓGRADA. Tenho conhecidas que usam a 'desculpa' de trabalhar para dizerem que precisam do dinheiro sem realmente precisarem dele porque poderiam viver um pouco mais apertadas e cuidarem de seus filhos.
Eu não as condeno, elas estão atrás da tal AUTONOMIA mas lá na frente, seus filhos vão ser filhos da CRECHE. Porque mesmo o tempo que elas podiam se dedicar á eles, elas vão á noite das mulheres no barzinho, á academia, á yoga e etc... e quando chegam em casa?? Os filhos estão dormindo para amanhã começarem a mesma rotina.
Os pais... BEM, estes contam com o machismo e o achismo para serem pais. Poucos que eu conheço que não se incomodam em trocar uma fralda, dar banho, por para dormir... POUQUISSÍMOS!!!
Aí fica a pergunta: ENTÃO PORQUE RAIOS TIVERAM FILHOS? Para fazerem o 'correto' na sociedade? Porque seus amigos também tem filhos???
Poxa, parecem ser pais de chocadeira...
REPITO: Não estou dizendo que a CERTA SOU EU!!!! E sim que muita gente podia e DEVIA mudar um pouco pelos seus filhos. Pelo menos, até onde eu entendo você trabalha para melhorar de vida não por você e sim pelo que você pretende deixar pelo seu caminho e isto seria: SUA PROLE.
Meu casamento mesmo foi 'condenado' ao fim por esta minha maneira de pensar. O bonitão queria ter posto a Jubs na creche com 4 meses e eu me indignei. Disse que pelo menos até 1 ano e meio ou 2 anos, ela não iria para creche alguma. Eu não dependia financeiramente dele e ainda podia me dar ao luxo de dar á Jubs as coisas do meu bolso. Como??? Trabalhando com vendas, fazendo um horário que desse. Deixando a Jubs com a minha família e saindo 'num pé e voltando no outro'. Porque o bonitão dava de grana no mês o certinho para comprar: o leite em pó, os remédios de refluxo, fraldas e Hipoglós. ONLY THIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! O resto eu quem dava meu jeito.
Seria mais fácil por na CRECHE? Óbvio!! Claro que seria... mas... eu prefiro cuidar e ser mãe da Jubs mesmo não tendo tanta AUTONOMIA. Não podendo gastar mundos e fundos em algo. Ter a grana contada... mas ter a Jubs presente e ser presente para ela.
É o que eu acho que seja o certo.




quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Solução dos meus problemas...

Acredito ter achado hoje uma solução para VÁRIOS problemas meus.
A MESADA!!!!!! Mas esta mesada não será dada de forma simples, não...
Achei algo no FACEBOOK que é muito interessante e educativo para nós pais.
Eu canso de brigar com a Jubs para que ela acorde para ir para escola, para que ela não deixe suas coisas jogadas pela casa, para que tire o prato da mesa e leve até a pia e outras coisas que acho que muitas mães passam pelo mesmo pepino.
Quando eu vi esta foto no FACE acho que acendeu uma luz na minha cabeça, como nos desenhos animados. Se bobear ouvi um coro de anjos cantando  "Aleluia"...


Eu vi que algumas coisas eu não preciso usar mas outras são perfeitamente cabíveis.
Ou seja: a Jubs vai ter um trabalho para ganhar o dinheiro dela.
Claro que não quero um C3PO como filha (para quem não lembra é o robô do Star Wars, o dourado que é educadíssimo) mas quero um ser que eu possa conduzir sem ter que ficar estressada todo dia.
Achei a idéia da mesada com os descontos uma coisa perfeita para mim. Vou fazer a minha tabela e ver no que dá.
A Jubs vive reclamando que eu só dou dinheiro para ela em moedas e nunca em notas. Uma vez ela se cansou disto e pegou na minha carteira quase R$300,00 que eu havia sacado para fazer um pagamento. Quando cheguei no banco, abri a bolsa e cadê que o dinheiro estava na carteira??? Eu comecei á passar mal pensando que poderia ter perdido em algum lugar ou esquecido no caixa eletrônico, sei lá!!! A Jubs que estava ao meu lado me pergunta: - O que foi mamãe?
                                            - A mamãe perdeu o dinheiro dela e está maluca vendo na bolsa se ele está aqui.
                                           - Um dinheiro que estava na sua carteira??
                                           - É ele mesmo, porque?
                                           - Ah porque eu peguei para mim. Tinha te dito que queria dinheiro em nota e achei estas notas bonitinhas, então peguei para mim.
 Eu fiquei sem ação, não sabia se brigava com ela, se dizia que era errado fazer isto ou se pulava de alegria porque não havia perdido o dinheiro.
                                            - O dinheiro tá aqui no meu bolso, guardadinho.
Putz.... aí que eu quase morro mesmo, o bolso pequeno de um ser de 6 anos?? Bem... ele estava lá e não havia caído.
Desde então a Jubs nutre um AMOR por dinheiro em notas. Aí que entra a mesada!  Vai ser perfeito. E ela poderá comprar o que ela quiser (beeeeeeeeeeeeeeeeeeeem, mais ou menos... nada de trocentas mil bonecas porque de Barbies ela tem 30).
Vou deixar a folha presa em algum lugar que ela veja e leia o que pode e o que não pode fazer... assim ela fica com dinheiro de nota e eu com minha filha mais educada.
Repito: não quero o C3PO, só quero uma filha que feche menos a cara para visitas, ou então que cumprimente as pessoas e se despeça de forma normal sem ficar engonhada... que leve o prato para pia...
Se der certo, eu aviso á vocês.

Que a força esteja com você! (amo Star Wars e já deu para reparar, né? rs)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Mudar ou não mudar de escola??? eis a questão!

A Jubs estudou por 3 anos numa escola só e quando saiu de lá ela foi para outra escola que me foi recomendada pela professora que a acompanhou por 2 anos e pela diretora da escola que ela estudou desde o início. Mas... se arrependimento matasse...
Bem... A Jubs aprendeu na escola á abraçar os amiguinho quando os cumprimentava com abraços e estes faziam o mesmo. Nesta escola que ela está, ela sai do carro falando feliz: Oi fulaninho... Este a olha como se ela fosse um E.T., não a cumprimenta nem sorri ao menos. Isto não ocorreu uma vez, nem duas... ocorreram trocentas vezes e a vejo entrar tristinha para a escola porque os seres estranhos que estudam com ela são assim: FRIOS!!!!
Então comecei eu uma nova peregrinação: outra escola.
Estou procurando com certa pressa porque já estão querendo que eu pague a matrícula. Então é agora ou eu terei que pagar duas matrículas.
Levei a Jubs nesta outra escola que também me foi recomendada e que sei que alguns amiguinhos da escola dela anterior, estão lá.
O meu amorzinho está lá na escola passando a manhã para ver se curte o ambiente. Depois eu verei as apostilas para ver se estas batem com o estudo que eu queria que tivesse se mantido da ex-escola. Ah!! esqueci de comentar algo MUITO complicado: a Jubs estava aprendendo no Jardim á fazer contas de subtração e soma de dezenas e até centenas, já fazia redação de 10 linhas e ditados. Nesta escola que a coloquei a vi 'involuir': ela voltou á pintar dezenas (quadradinhos), á escrever PALAVRAS que começassem com a letra tal e etc. A coordenadora disse que isto seria uma 'recordação' do ano anterior até o segundo semestre no máximo e que depois ela seguiria com evolução das matérias.
Passamos do terceiro bimestre e...........?...?...?...? NADA!! Palavras que começam com a letra, dezenas, quadradinhos.... e eles seguem uma apostila de uma ensino HIPER CONCEITUADO o que me faz não entender o porque da 'lerdeza' no ensino'.
Levei a Jubs agora cedo e ficamos na secretaria esperando a senhora que é a coordenadora. A moça da secretaria super simpática foi puxando assunto com a Jubs e perguntou:
- E o seu pai? Ele está gostando da idéia de você mudar de escola?
Antes que eu pudesse responder que o pai dela é ausente e tra lá lá, a Jubs me solta a PÉROLA:
- Meu pai?? Ah!! Ele é um mentiroso!! Ele é do tipo que promete as coisas e não cumpre.
Puuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuutz!! Queria me enfiar embaixo da mesa da mulher. A cara que ela fez de ponto de interrogação foi linda!
Expliquei, COM CALMA, que o pai dela é ausente e que não liga quase para ela (se bem que nas últimas duas semanas ele ligou por 3 vezes, duas estávamos fora de casa e na última ela já havia dormido).
A deixei na escola para passar o dia e estou saindo para busca-la. Vamos ver o que ela achou da escola... tomara que tenha gostado.
As aulas extras que tem lá são muito interessantes: informática e robótica para primeira série em diante. Aulas de reforço já incluídas na mensalidade. Vários pontos que na outra escola não havia.
Vamos ver...


Uhú!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Ela adorou a escola!!!
Os comentários dela foram: Adorei, mamãe. Lá tem ditado, contas e muita gente legal. Não quero mais ficar na minha escola, quero ficar nesta de hoje.
Amei saber! Ela gostou de ter matéria mais puxada, de rever as coisas (contas e ditado) que estavam 'esquecidas' por esta escola deste ano. É para a escola nova que ela irá no ano que vem. Nem preciso mais pensar nisto.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Estou SEMPRE errada, mesmo quando acerto

Não sei se outras pessoas passam o que eu passo, bem.. também é muita pretensão minha acha que sou o único ser na Terra que passa por isto.
"Isto o que?" não é??? Vou me explicar:
Após a separação eu voltei para a casa dos meus pais e são poucas as vezes que penso em me mudar daqui. Poucas mesmo mas hoje é um destes dias e nem na TPM eu estou.
O MAIOR problema de morar novamente com seus pais, ao meu ver é: você, aos olhos deles, não cresceu! Ainda é somente aquela criança ou adolescente que erra e que eles acham que podem chamar a atenção como faziam antes.
Antes de que? Antes quando?? Oras! Antes de ser mãe, antes de você ter 40 anos. Pura e somente isto!
Tá e o que fazer? Não tenho a mínima idéia!
Minha mãe é uma ótima pessoa, uma super avó e FOI e É uma excelente mãe e eu me espelho no que ela foi para procurar ser para a Jubs. MAS aos olhos da minha mãe eu só acerto quando é interessante falar que acertei porque a maneira dela olhar é de reprovação pelo que fiz/faço, pensei/penso.
Fico num dilema com vontade de dizer á ela: Não me chame a atenção como se eu tivesse 10 anos!! Ainda mais na frente da Jubs que já está se achando igual á mim.
A Jubs tem feito isto: lida comigo como se tivéssemos a mesma idade e a mesma 'patente'. O que não é fato: ela tem 6 anos e eu 40, ela é a filha e eu a mãe.
SEMPRE me disse que quando fosse mãe não iria bater como eu apanhei. Acho que isto é o cúmulo da falta de argumentos. Mas argumentar com um ser de 6 anos é o que? Dar trela para discussão e se igualar á ela.
Fico sem saber como agir afinal... se bato, eu falho com o que disse que não iria fazer; se castigo, ela não liga e debocha dizendo que nem precisa sair do castigo porque está bom lá; se tiro algo dela, como bonecas e á fins, ela me olha e diz "Tenho outros, os que foram não me fazem falta não"; se paro de falar, ela fala com meus pais que agem como se não houvesse problema algum em casa e o meu castigo de mudez 'cai por água'. Então eu 'implodo'. Raras as vezes que eu 'EXPLODO' sou vista como: mal educada, grosseira, sem paciência etc etc etc...
Então as perguntas permanecem: O que fazer? Onde estou errando?? Como mudar a situação?
Na casa do pai, feliz ou não, tenho que aceitar que a Jubs fica 'pianinho', seja por medo, respeito ou o que for, quando volta está um amor, 'por favor, obrigada, posso pegar/fazer isto ou aquilo?' tudo nos 'conformes' e comigo é uma zona!
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!! Você ainda não pôs a Jubs no quarto dela que ELA NÃO QUER e que eu embromo porque também gosto, e muito, de estar com ela no meu quarto. Sim, é fato... mas isto faz com que ela me desrespeite?  SIM, FAZ!!!!
De noite, na hora de dormir, eu pergunto: Jubs, escovou os dentes? a resposta dela é: E você, já escovou?
- Jubs, tá na hora. Vamos dormir.
- E você? vai dormir agora?
- Jubs, chega de televisão. Amanhã você acorda cedo.
- E você? vai ver TV?
No fim das contas, odeio assumir, mas tenho 'culpa no cartório'. Eu achei que era melhor ser mãe/amiga e isto não é bom não. No fim de tudo ela me vê como amiga que também é mãe.
É uma inversão do que eu pretendia, ou nem tanto a inversão e sim... não ter chegado onde eu queria. Queria que ela me visse como mãe que é amiga mas que merece respeito.
Nestas horas eu enlouqueço e me sinto 'A QUE FALHOU', que ela fica melhor com o pai então que com toda a ausência dele, ele está certo e eu errada, visto o que eu 'colho' é diferente do que eu pretendia colher.
Eu com 6 anos... Eu nem respirava se me mandassem não respirar. Bastava olhar, levantar a sobrancelha que eu emudecia. Tá!!! Isto é a educação retrógrada á base de respeito via medo. Donde os pais eram vistos como seres habitantes do Olimpo com direito á nos jogarem 'raios e trovões' como Zeus!
A Jubs com 6 anos... Ela me olha e fecha a cara, 'pisa zangada' no chão, com as mãos cerradas e levanta a voz para mim. O que eu sou? Melhor: QUEM EU SOU??
Hoje cedo ela não queria acordar. Ontem de noite ela não queria dormir, o que é frequente mesmo a avisando do horário que ela acordaria. É um parto acorda-la. É cansativo e chato. A visto (calças e as meias) com ela dormindo e eu a levantando como se fosse uma boneca. Peço que acorde porque ela terá que entrar na escola em meia hora. Ou seja: nesta meia hora tem que: escovar dentes, fazer xixi, pentear os cabelos, tomar café, escovar dentes e sair dando tempo de chegar na Escola. devo parecer o Senna dirigindo para chegar na hora.
Quando a vejo, após tê-la chamado umas 5 vezes, está ela no chão, sentada com a calça da escola e reclamando que o tênis encolheu porque não entra mais no pé dela. Pouco provável visto ter sido comprado há umas duas ou três semanas e o comprei um ou dois números maior. E no dia anterior ela o usou sem reclamar de coisa alguma.
É o péssimo humor matinal é o que causa do desconforto das roupas... e eu tenho que ter um bom humor e MUITA paciência para não estourar e brigar. Só que é MUITO fácil falar, fazer são outros 500!
Vamos ver como meu serzinho volta da escola hoje...
Quanto ao bonitão... bem... este quase não dá mais o ar da graça. Ele ligou há uns dias atrás e a Jubs estava vendo um filminho no YOUTUBE que ela já põe e faz tudo sozinha... Bem, ele ligou na vez mensal dele falar com ela e ela falava: Hã.. Fala... Sei... Tá.... É...
Eu não me meti porque eu SEMPRE falo: "Jubs, fala direito com o seu pai" e quando ela está com ele, ele fomenta a situação dela falar mal ao telefone. Então ele que se vire agora.
Ele, em menos de 5 minutos, desistiu de falar com ela e arrumou uma desculpa para desligar. Desde então não ligou mais.





quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Como BRIGAR com a filha?

Como todos já sabem, a Jubs tem meros 6 aninhos e para mim ainda É o meu bebê grande. Tá... até aí, tudo bem...
O PROBLEMA é que este SERZINHO sabe responder como eu quando tinha 12, 13 ou 14 anos!!!!! Caramba!!!!!!
Poxa, quando eu era pequena, bastava uma 'levantada de sobrancelha' ou uma chamada do meu nome num tom um 'pouco' mais firme que eu 'virava um cordeirinho'.
Bem... educação dos anos 70, não é? E como é este raio desta educação de agora?
Dou uma de Super Nanny e a ponho de castigo os 6 minutos (1 minuto para cada ano que ela tiver). Dá certo???????? Que nada!!!!! Ela conversa com os dedos das mãos como se fossem bonecas... Ok... A tiro depois dos 6 minutos e digo para ela pedir desculpas (tudo como é 'ensinado' no programa) senão volta para o castigo... e a resposta que ouço é: Prefiro ficar lá mesmo, sabe? Assim eu fico brincando!
Ou seja: NÃO FUNCIONA O CASTIGO DOS TAIS MINUTOS, pelo menos não com ela.
Dizer que vai tirar isto ou aquilo dela, idem... ela nem liga, se bobear ela senta ao meu lado e separa mais coisas para eu tirar.
A vontade da 'palmada' fica latente mas eu me seguro, afinal sempre prometi á mim mesma que iria educar minha filha de forma diferente que eu tinha sido.
O que funciona??? Conversar?? Piada, né? Isto não funciona mesmo!
Pedir??? Hum... não funciona como deve ser, afinal 'soa' como se ela estivesse fazendo um favor e o que ela tem que fazer no final das contas é obedecer. Não digo 'cegamente' como fui educada, tenho uma "paciência de Jó" para explicar os 'porquês' disto e daquilo.
O que funciona é não falar com ela... Dar um gelo. Mas á droga disto é que 'eu' quem fico péssima!! Ficar sem falar com ela dói em mim... Tá... sei que é PARA O BEM DELA FUTURAMENTE porque ela será uma pessoa educada e tal... mas e eu?? Eu fico péssima.
Fico pensando as 'abobrinhas': Poxa, ela já tem o pai ausente... Se eu virar a 'tirana', ela vai ter á quem?
Noutro dia eu realmente não aguentei... Estávamos numa loja comprando um travesseiro novo para mim, que achava que meu torcicolo era por este motivo: travesseiro ruim. Bem... estávamos eu, minha mãe e a Jubs na loja cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeia de 'cacarecos' espalhados á cada pedacinho, entenda, não era desarrumada não mas era uma loja com muitas coisas expostas. Tá, até aí sem problemas.
Eis que a Jubs resolve 'incorporar' a Mulher-Maravilha e ficou rodando como a Lynda Carter, rodando sem parar e tome de derrubar as coisas. Ela fez a primeira e eu reclamei e dei 'aquela olhada básica' e arrumei o que havia caído (ainda bem que não era algo que quebrasse), fez a segunda, a terceira, quando fez a quarta vez eu fiz algo que NUNCA havia feito (na hora me lembrei da minha avó comigo e com meus irmãos) a puxei a orelha dela. Óóóóóóóóbvio que não a 'arranquei' do chão como faziam antigamente mas puxei sim (fiquei péssima depois), ela chorando copiosamente e as atendentes da loja me olhando feio. Ela ficou dizendo que a orelha havia 'descolado' da cabeça para que a minha mãe conferisse se esta ainda estava no lugar.
Caramba... Se bate é errado e se não bate é errado, não digo espancar nem 'descer' o braço... mas um tapa na bunda é errado? 
Não sei se é errado não.... Conversei com uma mãe de 3 crianças e ela disse que os educava como ela havia sido educada, se fizessem algo errado eles apanhavam palmadas.
Tá... mas eu prometi á mim mesma não bater... O sangue ferve porque o serzinho responde (e responde BEM, viu?) e eu fico: Não bater!! Não bater!!!... E tome de respostas!!!
Acho que até hoje dei umas 4 ou 5 palmadas na bunda e este puxão de orelhas agora. Fica péssima, tenho que sair de perto porque acabo chorando (bem longe dela, claro) porque eu FALHEI em não ter feito isto ou aquilo da forma que havia jurado á mim mesma que faria.
Me sinto fracassar... O pai quando a chama atenção ele BERRA, mas BERRA MESMO, dele se gabar depois que ela 'quase fez xixi nas calças quando ele berrou'. Acho isto horrível. A palmada também é horrível... o castigo não funciona.
O gelo funciona mas nem sempre posso utiliza-lo como no caso do shopping. Então o que fazer?
Ouvi uma menina tempos atrás, aos berros com a mãe dizendo: Vou chamar a polícia, você vai presa porque me bateu! E a mãe não se fez de rogada: Então chame!! mas se lembre, eu vou presa e você vai para um abrigo e lá vai ser bem pior que em casa.
Quem é o certo ou o errado? Como é o certo???